Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Celo Dut conta ao TMDQA! como foi guiado por suas emoções na criação do disco de estreia solo "Rei das Ruas"

Músico baiano revela ao TMDQA! como se sentiu ao lançar esse álbum e quais foram as principais influências do seu processo criativo

4 nov 2026 - 19h17
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Em entrevista ao TMDQA!, o músico baiano Celo Dut revelou que seu álbum de estreia solo, "Rei das Ruas", foi guiado inteiramente por suas emoções. Marcando um momento de maturidade, autoafirmação e liberdade artística, o projeto rompe com a antiga necessidade de se encaixar em gêneros musicais específicos. Segundo Dut, a sonoridade e as letras expressam um retrato autêntico de sua identidade, fruto de um processo de criação visceral e de profunda conexão com a sua própria arte.

Depois de passar um tempo acreditando que precisava se encaixar em determinados gêneros musicais para conquistar seu espaço na indústria, Celo Dut encontrou em Rei das Ruas a oportunidade de apresentar ao público um retrato mais amplo de quem é como artista.

TMDQA! Entrevista: Celo Dut foi guiado por suas emoções na criação do seu disco de estreia solo "Rei das Ruas"
TMDQA! Entrevista: Celo Dut foi guiado por suas emoções na criação do seu disco de estreia solo "Rei das Ruas"
Foto: Tenho Mais Discos Que Amigos!

Lançado em um momento de maturidade artística e pessoal, o primeiro disco solo do músico baiano chega como um exercício de liberdade e autoafirmação, reunindo diferentes influências e participações especiais. Em conversa com o TMDQA!, Dut afirmou que o direcionamento do álbum, tanto em relação às letras como à sonoridade, foi guiado por suas emoções. Ele explicou:

[…] o que guia o disco é única e exclusivamente o que eu estava sentindo. O que cada harmonia me fazia sentir quando surgia, enquanto a gente estava criando, o que eu sentia enquanto escrevia cada música. Tiveram músicas que eu chorei muito enquanto escrevia. E não chorar, aquele chorar triste, mas um chorar de estar me sentindo momentaneamente elevado pelas emoções e pela conexão com a música, me sentindo nessa bolha de luz e sensação boa, chorando e escrevendo."

LEIA A MATÉRIA COMPLETA AQUI

Tenho Mais Discos Que Amigos!
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra