Luiz Calainho fala sobre os 25 anos da L21 e o plano de exportar a cultura brasileira
Em entrevista, o fundador do maior hub de economia criativa do país detalha a lógica por trás de tantas empresas de sucesso
Prestes a celebrar 25 anos da L21 em 2026, Luiz Calainho consolidou a holding como o maior ecossistema de economia criativa do Brasil. Com portfólio diversificado que abrange teatro musical, rádios, festivais e centros de arte com grandes naming rights corporativos, sua trajetória passou pela Sony Music antes do empreendimento próprio. Agora, o empresário tem como objetivo estratégico expandir a atuação internacionalmente, exportando a riqueza cultural brasileira com propósito e curadoria.
Fundador da L21, Luiz Calainho celebra mais de 25 anos do hub em 2026 como o maior ecossistema de economia criativa do país. O empresário carrega uma obsessão declarada: fazer o mercado, nacional e internacional, entender o tamanho da riqueza cultural brasileira.
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Calainho explica como uma trajetória que começa na infância viajando pelo mundo como filho de comandante de aviação, passando pela Sony Music nos anos 1990 e finalmente criando a L21 em 2000 virou a holding com um portfólio que vai de teatro musical a centro de arte imersiva, de rádios a gravadora, de festivais a gestão de equipamentos culturais com naming rights de marcas como BTG Pactual, Nubank e B3.
Além disso, no papo, ele dividiu com a gente seus planos de crescimento internacional para levar a cultura brasileira para o exterior com propósito, estratégia e curadoria.
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