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Gabily fecha álbum "Eternos Clássicos" com releitura de Bonde do Tigrão e Tati Quebra-Barraco  

11 set 2020
10h27
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A cantora Gabily fecha o álbum Eternos Clássicos, que, durante dois meses revisitou duas décadas do funk carioca que se disseminou em escala nacional. Se, nesta quarentena, ainda estamos sem nenhuma perspectiva do futuro, a artista voltou ao passado para estabilizar esse sentimento.

Foto: Felipe Braga / The Music Journal

Nesta quinta-feira (10), o seu trabalho de historiadora chega ao fim, quando lança dois medleys com sucessos do Bonde do Tigrão e da Tati Quebra-Barraco em todas as plataformas digitais pela Universal Music e com clipes no YouTube.

Gabily faz relembrar um grupo de jovens artistas que conseguiram mostrar para o Brasil seu talento: Leandrinho, Gustavo, Vaguinho e Thiaguinho formaram o grupo Bonde do Tigrão no ano 2000 e conseguiram o Disco de Platina já no ano seguinte.

Não à toa, Gabily homenageia o quarteto com a versão voz e violão de Cerol na Mão e Tchutchuca - esses foram os hits nacionais daquele verão de 2001.

Em paralelo, no mesmo ano 2001, uma jovem de 20 anos se lançava no mercado da música com o álbum homônimo Tati Quebra-Barraco. Com letras empoderadas, de amor próprio e de liberdade sexual, Tatiana alcançou o sucesso no segundo álbum, Boladona, em 2004. É nele que estão presentes todas as canções que Gabily canta no medley de homenagem à funkeira (Boladona, Me Chama de Cachorra, Kabo Kaki, Dako é Bom e Montagem Guerreira).

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