Espólio de Dolly Parton acusa sobrinho de tentar extorsão e evitar Justiça
Bryan Seaver teria usado fita de isolamento e arame farpado para evitar intimação judicial em caso que o acusa de ameaças contra os negócios da falecida cantora
O espólio de Dolly Parton acusa o sobrinho da cantora, Bryan Seaver, de extorsão e ameaças contra parceiros comerciais e funcionários da marca. De acordo com a ação, Seaver chegou a colocar arame farpado em sua residência para fugir de uma intimação judicial. Alvo de uma ordem de restrição após ameaçar negócios da família, o ex-segurança da artista tenta adiar o processo sob a justificativa de contratar um advogado, enquanto os administradores do espólio pressionam pelo avanço do caso.
O espólio da cantora Dolly Parton acusou o sobrinho da artista, Bryan Seaver, de tentar se esquivar de uma intimação judicial por meio de uma barricada em sua residência. De acordo com informações da Rolling Stone, advogados do espólio alegam que Seaver utilizou fita de isolamento amarela e arame farpado para impedir que um oficial de justiça o citasse em um processo que o acusa de uma "campanha de ameaças" para "extorquir dinheiro" dos negócios da falecida cantora.
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Os representantes do espólio apresentaram uma fotografia da suposta barricada, que mostra arame farpado estendido sobre o corrimão da varanda e sinalizado com fitas amarelas de advertência. A imagem foi usada para argumentar contra o pedido de Seaver por mais tempo para contratar um advogado, conforme resposta protocolada na última segunda-feira e obtida pela Rolling Stone.
Segundo o novo documento, a empresa criada para gerir o espólio de Parton, She's Alive LLC, tentou citar Seaver em três ocasiões sem sucesso. Em uma das tentativas, o oficial de justiça observou quatro carros na garagem, mas ninguém atendeu à porta. Posteriormente, a casa de Seaver exibiu uma placa de "proibida a entrada" e o arame farpado no corrimão.
Os advogados do espólio insistiram que "O Sr. Seaver tentou se esquivar da citação judicial, e este tribunal não deve recompensar tal comportamento." Uma audiência sobre o assunto está agendada para sexta-feira (9), a menos que o tribunal conceda o pedido de Seaver por mais tempo para obter representação legal.
A disputa teve início quando Danny Nozell, empresário de longa data de Parton e administrador da She's Alive LLC, processou Seaver no mês passado e solicitou uma ordem de restrição.
A juíza I'Ashea L. A juíza ordenou que Seaver mantivesse distância dos funcionários e parceiros comerciais do espólio, além de se abster de condutas perturbadoras ou assédio.
Após o falecimento da artista, ele teria declarado: "Acabei de vender 29 milhões de dólares em munição para o Haiti. Não sou exatamente uma pessoa da mídia, Danny. "
A juíza Myles destacou que as declarações de Seaver eram significativas não apenas pela linguagem, mas por acompanharem ameaças a pessoas e interesses comerciais específicos, incluindo a intenção de lançar um podcast para prejudicar as parcerias da marca Parton.
Seaver, que anunciou a morte de Parton em 25 de agosto em um vídeo no Instagram, trabalhou anteriormente com empresas militares privadas e prestou serviços de segurança para a cantora por meio de sua empresa, Squadron Augmented Protection Services (SAPS), que também é parte no processo.
Uma carta dos advogados da She's Alive, apresentada no processo e obtida pela Rolling Stone, informa que Seaver foi afastado de sua função de segurança em 15 de setembro. A carta assegura que a demissão não afeta o direito de Seaver como beneficiário do fundo fiduciário, e que os co-administradores entrariam em contato com ele e outros beneficiários.
O prazo para Seaver contestar a ordem de restrição expirou em 2 de outubro. Ele solicitou mais tempo, alegando que seu "advogado preferido" só estaria disponível para uma reunião em 5 de outubro. Advogados da família argumentaram que a SAPS, como ré corporativa, não pode se representar e precisa de um advogado. O juiz ainda não emitiu uma decisão.
Em declaração anterior ao TMZ, Seaver defendeu suas mensagens a Nozell, afirmando que foram tiradas de contexto. "
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