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Duffy abordará agressão, sequestro e afastamento da vida pública em novo documentário

A musicista falou publicamente sobre ter sido 'estuprada, drogada e mantida em cativeiro' em 2020, nove anos após o suposto incidente

25 mar 2026 - 16h55
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Após seis anos, Duffy está pronta para compartilhar mais detalhes sobre a experiência traumática que a levou a se afastar completamente dos holofotes há mais de 15 anos. Um novo documentário abordará as consequências do sequestro e ataque que a cantora e compositora teria sofrido em 2011, revelados por ela apenas em 2020.

Duffy
Duffy
Foto: Dave Kotinsky/Getty Images / Rolling Stone Brasil

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No festival francês Series Mania, Angela Jain, chefe de conteúdo da Disney+ para a região da Europa, Oriente Médio e África, descreveu o documentário como um "projeto realmente impactante". Duffy lançou seu single de sucesso "Mercy", do seu álbum de estreia Rockferry, em 2008. Embora outro álbum, Endlessly, tenha chegado em 2010, os anos seguintes foram marcados por uma grande ausência de comunicação da cantora.

"Ela simplesmente desapareceu e não falou muito sobre o que aconteceu nesse período, exceto por uma postagem nas redes sociais há uns cinco ou seis anos", disse Jain. A postagem em questão foi compartilhada no Instagram. "A verdade é, e por favor, acreditem em mim, estou bem e segura agora, que fui estuprada, drogada e mantida em cativeiro por alguns dias", escreveu Duffy. "É claro que sobrevivi. A recuperação levou tempo. Não há jeito fácil de dizer isso."

Na época, ela não compartilhou muitos detalhes do suposto incidente, mas observou que "publicaria uma entrevista falada" nas próximas semanas, após ter contado a sua história a um jornalista no verão anterior. A entrevista nunca foi publicada, o que torna este documentário o primeiro relato concreto de como foram esses anos para Duffy.

Em abril de 2020, ela publicou uma extensa declaração sobre o ocorrido no site DuffyWords.

"Demorei tanto para falar porque, depois de ser estuprada e mantida em cativeiro, fugi. Me mudei cinco vezes nos três anos seguintes, nunca me sentindo segura do estuprador. Passei muito tempo fugindo", escreveu.

"Encontrei um lugar para morar, a 5ª casa. Não era tão claustrofóbica quanto as outras casas onde sofri em silêncio, em sobrados ou apartamentos. Nesse lugar, passei anos sozinha, buscando a estabilidade necessária para me recuperar. Parei de fugir e de me mudar constantemente. Sentia que ele não conseguiria me encontrar na 5ª casa. Sentia-me segura. Sinto-me segura agora."

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