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Mãe e filha morrem envenenadas por bolo de aniversário

Tragédia no Ipiranga: Mãe e filha morrem após comerem bolo de aniversário que estava envenenado com inseticida

11 out 2025 - 13h24
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Uma história de terror se desenrolou no Ipiranga, zona sul de São Paulo: mãe e filha morreram após serem envenenadas com um bolo de aniversário. O caso, investigado como duplo homicídio e tentativa de homicídio pelo DHPP, vitimou Ana Maria de Jesus e Larissa de Jesus Castilho, além de deixar uma adolescente ferida.

Mãe e filha morrem envenenadas por bolo de aniversário
Mãe e filha morrem envenenadas por bolo de aniversário
Foto: Contigo

A tragédia começou quando o bolo foi entregue na casa de Ana Maria (52). Câmeras de segurança flagraram um homem deixando o doce no local por volta das 11h30. Horas depois, a matriarca foi a primeira a passar mal, após comer um pedaço.

Em seguida, a filha, Larissa (21), ingeriu o doce e deu um pedaço para uma amiga adolescente, de 16 anos. A jovem notou um sabor estranho no alimento. Em poucos minutos, as duas começaram a sofrer com uma intoxicação severa. Larissa desmaiou e morreu após 40 minutos de tentativas de reanimação. A adolescente sobreviveu e foi internada. O laudo confirmou a presença de inseticida no corpo de Larissa.

A mãe, Ana Maria, chegou a ter alta hospitalar, mas seu quadro de saúde piorou em decorrência do veneno, e ela faleceu quase dois meses depois do incidente.

As investigações do DHPP descobriram que o veneno foi colocado no bolo apenas no pedaço entregue à casa de Ana Maria, já que o restante do doce havia sido consumido sem probleas em uma festa de aniversário anterior.

Os principais suspeitos no caso são o marido de uma sobrinha da vítima e sua esposa, que se ofereceram para levar o pedaço do bolo à residência. A Polícia Civil trabalha agora para desvendar a motivação por trás do crime.

'Feijoada assassina': Técnica de enfermagem confessa quatro mortes por envenenamento

A técnica de enfermagem Ana Paula Veloso Fernandes, de 36 anos, presa na última terça-feira (7), confessou à Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) ter matado quatro pessoas com veneno. Ela ficou conhecida como a "autora da feijoada assassina", após preparar um prato envenenado para matar o pai de uma amiga, Neil Corrêa da Silva, de 65 anos, com a ajuda da filha dele, Michele Paiva da Silva, de 42 anos. Ambas foram detidas na Baixada Fluminense.

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