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Juiz rejeita pedido de Kim Kardashian e Kris Jenner para manter acordo sobre sex tape em sigilo

As estrelas de reality show haviam argumentado que tornar públicas partes do acordo com Ray J causaria "danos substanciais" à sua privacidade

1 abr 2026 - 17h48
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Uma tentativa de Kim Kardashian e de sua mãe, Kris Jenner, de manter em sigilo partes de um acordo firmado em 2023 com Ray J foi negada, de acordo com um documento judicial protocolado em 30 de março e obtido pela Rolling Stone.

Ray J e Kim Kardashian em 2006
Ray J e Kim Kardashian em 2006
Foto: Mark Sullivan/WireImage / Rolling Stone Brasil

As estrelas de reality show haviam apresentado uma moção no início deste mês argumentando que a divulgação pública de partes do acordo "causaria danos substanciais aos interesses de privacidade das Kardashians e prejudicaria o forte interesse público em favor de acordos judiciais".

Em sua decisão, o juiz Steven A. Ellis, do Tribunal Superior de Los Angeles, determinou que Kardashian e Jenner não apresentaram nenhuma evidência de que a divulgação do acordo e de seus termos lhes causaria prejuízo, afirmando que as alegações são "vagas demais, especulativas, amorfas e sem suporte" para justificar o sigilo solicitado.

Ellis rejeitou os pedidos de sigilo de Kardashian e Jenner, com exceção da ocultação parcial de um número de conta bancária.

Representantes de Kardashian, Jenner e Ray J não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da Rolling Stone na terça-feira.

Ray J, cujo nome legal é William Ray Norwood Jr., e Kardashian namoraram no início dos anos 2000 e apareceram juntos em uma sex tape gravada em 2003 e lançada em 2007 pela Vivid Entertainment. O lançamento do vídeo ocorreu pouco antes da estreia de Keeping Up With the Kardashians no canal E! em 2007. Vivid Entertainment afirma há anos que obteve o vídeo legalmente de uma terceira parte.

Em outubro de 2025, Kardashian e Jenner processaram Norwood por difamação, acusando-o de ter "fabricado" alegações de que elas deveriam ser alvo de uma investigação federal por extorsão, afirmando que ele buscava assediá-las e difamá-las enquanto, ao mesmo tempo, "revivia sua própria notoriedade em declínio".

No mês seguinte, segundo a People, Norwood entrou com uma ação contra mãe e filha, alegando que elas violaram um acordo de US$ 6 milhões relacionado à sex tape ao voltar a falar sobre o vídeo na série da Hulu, The Kardashians.

Mais recentemente, Kardashian respondeu à alegação de Norwood de que ela e sua mãe conspiraram para divulgar a sex tape. "A alegação dele de que eu tinha um plano com minha mãe e outras pessoas para lançar uma sex tape, enganar o público e abrir um processo 'falso' contra a empresa de pornografia que a divulgou para 'gerar repercussão' é mentira", escreveu Kardashian em uma declaração sob juramento apresentada em março. "Minha família e eu não fazemos parte de uma organização criminosa; não praticamos atividades de extorsão, nem lucramos com isso, como o réu afirma."

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