José Viña, médico especialista em longevidade: '40% das pessoas com mais de 65 anos têm deficiência proteica, o que acelera a perda de massa muscular, a fragilidade e o envelhecimento'
Médico recomenda uma dieta baseada na dieta mediterrânea com suplementação proteica
A perda de massa muscular tem nome: sarcopenia, e ela é muito mais profunda do que apenas uma questão estética. O que acontece é que, aos poucos e quase sem perceber, entre os 40 e os 50 anos começamos a perder massa muscular, até que algumas consequências passam a surgir e ficam cada vez mais evidentes conforme avançamos nessa fase da vida: mais cansaço, dificuldade de locomoção e maior esforço para realizar tarefas do dia a dia, como subir escadas ou levantar de uma cadeira.
A perda muscular associada ao envelhecimento é uma realidade que precisa ser compreendida para que possa ser prevenida e combatida. Além de incluir o treinamento de força na rotina, a alimentação também se torna um pilar essencial para preservar e ganhar massa muscular.
Um dado surpreendente, diretamente ligado à perda de força nessas idades, é o seguinte: "40% das pessoas com mais de 65 anos na Europa têm deficiência de proteína", afirma o Dr. José Viña, médico especialista em longevidade e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Valência, em um podcast.
Comer proteína é importante, segundo o Dr. José Viña
Idosos que consomem pouca proteína tendem a apresentar menos força, mais fragilidade, maior risco de quedas e, como já mencionamos, mais dificuldade de locomoção no dia a dia. Mas será que basta simplesmente comer mais proteína? A resposta é um claro "Não", já que é fundamental conhecer as quantidades adequadas para suprir as necessidades nutricionais dessa faixa etária.
"A necessidade de pr...
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