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Investigação criminal contra Andréa Sorvetão e o marido, Conrado, é arquivada

Denúncia feita por um ex-funcionário da empresa administrada pelo casal não apresentou provas suficientes

25 mar 2026 - 08h51
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Andréa Sorvetão e marido, Conrado
Andréa Sorvetão e marido, Conrado
Foto: The Music Journal

A ex-paquita Andréa Sorvetão e o marido, Conrado Fernandes, tiveram uma investigação criminal arquivada pela Justiça do Rio de Janeiro. O caso envolvia supostas irregularidades na gestão da empresa Sorvetão Casa de Festas & Eventos, localizada na Barra da Tijuca.

Segundo o colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia, a denúncia foi apresentada por um ex-funcionário da empresa, que relatou que, após o casal assumir a administração do negócio, teriam ocorrido condutas ilícitas como a liquidação informal de bens, abandono do imóvel comercial sem encerramento formal das atividades, manutenção da empresa ativa em órgãos oficiais mesmo sem funcionamento e omissão em ações trabalhistas. Segundo o denunciante, essas ações teriam causado prejuízos a terceiros, especialmente ao ex-sócio Paulo André de Mello Júnior.

O denunciante também afirmou que, após sua dispensa, ingressou com ação trabalhista contra a empresa. Apesar da condenação, não houve pagamento por parte dos responsáveis à época. Segundo ele, os valores foram quitados pelo ex-sócio, que não integrava mais a sociedade.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro analisou o caso e concluiu que não havia elementos mínimos capazes de justificar a abertura de investigação criminal. De acordo com o órgão, os relatos eram unilaterais, genéricos e desacompanhados de provas que indicassem fraude, simulação ou qualquer ato doloso de natureza penal. O MP destacou ainda que situações como dívidas, abandono de imóvel ou omissão em processos trabalhistas podem constituir irregularidades civis ou administrativas, mas não configuram crime por si só.

Com base nesse parecer, o arquivamento do procedimento investigatório foi solicitado ao Judiciário. O juiz Leonardo Rodrigues da Silva Picanço homologou o arquivamento e determinou a baixa definitiva do caso em 11 de fevereiro de 2026, encerrando formalmente a investigação sem a instauração de ação penal contra Andréa Sorvetão e Conrado Fernandes Antunes.

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