Sem passaporte? Virginia enfrenta novo problema com a Justiça e defesa reage
Nova situação envolvendo a influenciadora e a Justiça chamou atenção e fez sua defesa se pronunciar às pressas
A defesa de Virginia Fonseca negou que a Justiça tenha limitado suas viagens internacionais a 20 dias. Apesar de desmentir restrições no passaporte, a influenciadora e a plataforma Blaze são alvos de uma Ação Civil Pública do MPDFT por publicidade abusiva de apostas online. O processo pede indenizações milionárias por danos coletivos e impõe regras para a divulgação dos jogos. Seus advogados refutam irregularidades e afirmam que a responsabilização exige provas concretas.
Virginia Fonseca virou assunto nesta quinta-feira (17) após a divulgação de que teria recebido uma determinação judicial limitando sua permanência fora do Brasil. A informação apontava ainda que a influenciadora poderia enfrentar restrições envolvendo seu passaporte caso ultrapassasse o período estabelecido. A defesa, no entanto, negou que a medida exista.
Inicialmente, o Portal LeoDias informou com exclusividade que Virginia não poderia permanecer mais de 20 dias fora do país. Segundo a publicação, a medida estaria relacionada a uma ação envolvendo publicidade de apostas online.
Horas depois, porém, os advogados da influenciadora contestaram a informação. Em manifestação ao Metrópoles, a defesa afirmou que não existe decisão judicial ou pedido para limitar as viagens de Virginia.
"A informação não procede. Não existe qualquer decisão judicial que proíba Virginia Fonseca de permanecer fora do Brasil por mais de 20 dias, tampouco há qualquer pedido nesse sentido. A notícia atribui à Justiça uma determinação que jamais foi requerida ou proferida e, portanto, é falsa", declarou a defesa.
Virginia enfrenta ação envolvendo apostas
Apesar da negativa sobre a suposta restrição de viagem, Virginia é alvo de uma Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) envolvendo a divulgação de apostas.
O processo foi apresentado contra Virginia e a empresa responsável pela plataforma Blaze. O órgão questiona práticas publicitárias que considera abusivas e enganosas na promoção de apostas esportivas.
Quando a ação foi ajuizada, em julho, o MPDFT pediu uma condenação solidária de R$ 120 milhões por danos morais coletivos. Posteriormente, após novas informações sobre o faturamento da empresa, o órgão ampliou para R$ 380 milhões o pedido de indenização direcionado à plataforma.
A Justiça também já determinou medidas relacionadas às publicidades. Entre elas, Virginia deve identificar claramente conteúdos publicitários de apostas e não pode divulgar materiais que apresentem jogos como fonte de renda, investimento ou atividade sem risco de perda.
Defesa de Virginia contesta acusações
Desde o início da ação, os advogados de Virginia negam irregularidades. Em posicionamento anterior, a equipe afirmou que pretende responder às acusações nos autos e apresentar documentos para contestar os pedidos.
"A defesa refuta as alegações manifestadas na ação, especialmente qualquer afirmação de conluio, atuação predatória ou intenção de causar prejuízo aos consumidores. A responsabilização civil deve estar amparada em provas concretas, e não em presunções ou ilações decorrentes da condição de pessoa pública da influenciadora", afirmou em trecho da nota.
Enquanto o processo envolvendo as apostas segue em andamento, a defesa sustenta que Virginia não está submetida a qualquer determinação que limite a 20 dias sua permanência fora do Brasil.
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