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Líder do Black Sabbath, Ozzy Osbourne diz que tem 'no máximo mais 10 anos de vida'

Cantor foi entrevistado por uma publicação britânica e falou sobre seu atual estado de saúde depois de descobrir um câncer em 2019 e de ser diagnosticado com Parkinson

28 nov 2023 - 20h42
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O cantor Ozzy Osbourne disse que tem "no máximo mais 10 anos de vida", em uma entrevista à Rolling Stone UK. O vocalista do Black Sabbath contou que ficou "praticamente incapacitado" depois de passar por uma série de cirurgias nas costas e de ter descoberto um tumor na coluna, em 2019. O artista também foi diagnosticado com Parkinson.

À publicação, o artista contou que não quer ter uma vida longa. "Não tenho medo de morrer, mas não quero ter uma existência longa, dolorosa e miserável", disse à revista. "Gosto da ideia de que, se você tiver uma doença terminal, pode ir a um lugar na Suíça e resolver isso rapidamente", continuou.

Ozzy também contou que foi chamado à atenção por sua esposa Sharon depois que de contar a ela que tinha fumado um cigarro de maconha, ao que ela teria dito que isso o mataria. "Eu disse: 'Por quanto tempo você quer que eu viva?!' No máximo, tenho mais 10 anos e quando você é mais velho, o tempo acelera", comentou o artista de 74 anos.

Em 2019, Ozzy sofreu uma queda em sua casa, em Los Angeles, e fraturou o pescoço. Depois disso foi acompanhado por médicos, que realizaram algumas cirurgias. Durante o processo que, segundo ele, quase o deixou incapacitado, os médicos descobriram um tumor em uma das vértebras e tiveram que fazer mais procedimentos.

"Isso realmente me abalou. A segunda cirurgia deu terrivelmente errado e praticamente me deixou incapacitado. Pensei que estaria de pé e correndo após a segunda e terceira, mas na última eles colocaram uma porcaria de haste na minha coluna. Encontraram um tumor em uma das vértebras, então tiveram que remover tudo isso também. É bem complicado, e meu equilíbrio está todo ferrado", comentou.

Ozzy também disse que apesar de sentir muita dor evita tomar medicação. "Ainda estou em dor constante. Faço o melhor que posso para evitar os medicamentos para dor", pontua.

Estadão
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