Leonardo DiCaprio comprou por 1,75 milhão de dólares uma ilha em Belize para preservar seu ecossistema: ator restaurou 104 hectares de vegetação nativa para recuperar a biodiversidade e desenvolver um complexo turístico sustentável
Conhecido por sua luta pelo meio ambiente, Leonardo DiCaprio deu um passo ousado ao investir milhões em uma ilha desabitada. O plano parecia revolucionário: unir luxo e conservação para criar um marco no ecoturismo mundial
Em 2005, Leonardo DiCaprio comprou a ilha desabitada de Blackadore Caye, em Belize, por US$ 1,75 milhão, visando combater a degradação ambiental local. Em parceria com o arquiteto Jason McLennan, o ator desenvolveu um projeto para conciliar turismo sustentável e conservação. O plano inclui a criação de vilas e residências ecológicas, uso de energia renovável e a restauração de manguezais e espécies marinhas, transformando metade da propriedade em uma reserva natural protegida.
A preservação ambiental tem sido uma das principais causas defendidas por Leonardo DiCaprio fora das telas, uma vez que o ator também investe em iniciativas voltadas à proteção da natureza. Em 2005, ele comprou por US$ 1,75 milhão (R$ 8,8 milhões) a ilha desabitada de Blackadore Caye, na costa de Belize, com a proposta de recuperar áreas degradadas e desenvolver um projeto de turismo sustentável.
A propriedade chamou a atenção do artista durante uma viagem de férias. Apesar da beleza natural, ele identificou problemas ambientais na região, como erosão costeira, pesca excessiva e perda de manguezais. A ideia de Leonardo DiCaprio era transformar a ilha em um exemplo de como a atividade turística poderia financiar a recuperação de ecossistemas.
O plano de Leonardo DiCaprio com a ilha
Em entrevista ao 'The New York Times', publicada em 2015, Leonardo DiCaprio explicou que pretendia conciliar a conservação ambiental com o desenvolvimento econômico. O projeto foi apresentado como Blackadore Caye, uma Ilha Restauradora, e desenvolvido em parceria com o arquiteto Jason McLennan.
O plano previa a construção de 68 vilas, 48 residências privadas e uma reserva natural que ocuparia aproximadamente metade da ilha. A proposta também incluía a restauração dos manguezais, a proteção de espécies marinhas e a adoção de medidas para reduzir os impactos ambientais das instalações.
Entre as iniciativas planejadas estavam o uso de energia renovável, a gestão responsável da água e a redução da produção ...
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