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Justiça determina que seja retomada a investigação sobre morte de PC Siqueira

Decisão atende a um pedido do Ministério Público de São Paulo; morte ocorreu em dezembro de 2023

20 jan 2026 - 13h26
(atualizado às 14h43)
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Resumo
Justiça de São Paulo determina retomada da investigação sobre a morte do influenciador PC Siqueira, atendendo ao pedido do Ministério Público, que questiona a conclusão inicial de suicídio e aponta novas linhas de apuração.
Paulo Cézar Goulart Siqueira, o PC, teve um adeus discreto com poucos parentes e alguns amigos que não fazem parte do universo artístico
Paulo Cézar Goulart Siqueira, o PC, teve um adeus discreto com poucos parentes e alguns amigos que não fazem parte do universo artístico
Foto: Reprodução

Dois anos após a morte do influenciador digital Paulo Cezar Goulart Siqueira, conhecido como PC Siqueira, a Justiça de São Paulo determinou a retomada das investigações sobre o caso. A decisão atende a um pedido do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). As informações são da GloboNews.

O MP-SP não concordou com a conclusão do inquérito policial, que apontava suicídio como causa da morte. Com isso, a Justiça ordenou que a Polícia Civil dê continuidade às apurações.

A Promotoria levantou dúvidas sobre laudos periciais e depoimentos colhidos durante a investigação inicial. Novas linhas de apuração serão analisadas, incluindo a possibilidade de instigação ao suicídio ou até mesmo homicídio. Pessoas próximas ao influenciador poderão ser investigadas.

A investigação inicial da polícia apontou que PC Siqueira morreu por suicídio. O corpo do apresentador foi encontrado às 17h50 do dia 27 de dezembro, em seu apartamento no bairro de Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. Perícias foram realizadas no local para apurar as circunstâncias da morte. PC Siqueira tinha 37 anos.

Ele ficou conhecido nacionalmente pelo trabalho no YouTube, onde fundou, em 2010, o canal “MasPoxavida”. Com um estilo bem-humorado, comentava sobre diversos temas do cotidiano. Ao longo da carreira, alcançou mais de dois milhões de seguidores e acumulou cerca de 16 milhões de visualizações.

Em nota, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e o Ministério Público informaram ao Terra que o caso tramita sob segredo de justiça, portanto as informações e documentos nos autos são de acesso restrito às partes e advogados.

Fonte: Portal Terra
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