Juliana Paes perde conexão após atraso absurdo e processa com valor altíssimo
Perrengue aéreo! Juliana Paes perde conexão após atraso absurdo e processa com valor altíssimo; confira os detalhes
O que deveria ser uma viagem inesquecível para o Japão acabou se transformando em um verdadeiro transtorno para a atriz Juliana Paes e seu marido, o empresário Carlos Eduardo Baptista. Diante de uma sequência de imprevistos e falhas de prestação de serviço em um voo internacional de longa distância, o casal decidiu acionar a Justiça contra a companhia aérea Emirates Airlines, cobrando uma indenização total de R$ 82 mil.
De acordo com informações do jornal O Globo, a história começou ainda no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. Planejada com antecedência, a jornada tinha como destino final a cidade de Tóquio, com uma parada intermediária em Dubai. No entanto, logo nas primeiras horas de espera, o planejamento começou a ruir.
Atraso e o triplo do tempo de viagem
O voo do casal estava originalmente programado para decolar às 3h30 da madrugada. Após chegarem ao terminal por volta da meia-noite, Juliana e o marido passaram a acompanhar sucessivos avisos de adiamento do embarque. A aeronave só conseguiu deixar o solo brasileiro por volta das 10h da manhã, resultando em um atraso inicial de quase sete horas.
Esse transtorno em solo teve efeito dominó: ao chegarem a Dubai, os dois já haviam perdido a conexão que os levaria ao Japão. O voo que deveria durar cerca de 26 horas no total acabou se estendendo por exaustivas 43 horas e 35 minutos, gerando enorme estresse e desgastes físicos para a artista e seu acompanhante.
Perrengue no ar e falta de suporte da tripulação
Para além da perda de tempo no trajeto, a atriz enfrentou sérios desconfortos a bordo da aeronave. Na petição inicial do processo, relatou-se que a poltrona ocupada por Juliana Paes apresentava um defeito no mecanismo de inclinação, impedindo-a de reposicionar o assento para descansar adequadamente em um voo de longa duração.
Segundo a defesa do casal, a equipe de comissários e a tripulação não apresentaram soluções viáveis ou alternativas de reacomodação para amenizar o problema durante o percurso.
Ação judicial cobra danos materiais e morais
Diante do acúmulo de transtornos, o casal ingressou com a ação pedindo R$ 32 mil por danos materiais, referentes aos prejuízos diretos acumulados com a desorganização da viagem, e mais R$ 25 mil para cada um por danos morais (totalizando R$ 50 mil). A soma de todas as reparações pleiteadas chega exatamente aos R$ 82 mil.
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