Isis Valverde abre o jogo e faz desabafo sincero sobre a fama: 'Coisas negativas'
Atriz Isis Valverde anunciou o lançamento de seu 2º livro, 'Vermelho Rubro', e abriu o jogo sobre a realidade por trás da fama; confira!
A atriz Isis Valverde, de 39 anos, está lançando seu segundo livro de poesisas, nomeado como Vermelho Rubro, que significa "recorte de suas humanidades". Em entrevista ao Caderno 2 do jornal O Estado de S. Paulo desta segunda (11/08), a artista abriu o coração e fez um desabafo sincero sobre pontos importantes da carreira que foram abordados no livro, confira.
A fama não é tudo?
Em seu livro, Isis destaca que seu o poema preferido é Quintal de Outubro, mas destaca que tem um receio e aversão ao Brilha, brilha, pois retrata a realidade da fama. "A fama pode trazer graça e poder, quanto coisas negativas. É sobre essa reflexão, de eu não achar que toda estrela que vemos brilhando é feliz. Às vezes, estar brilhando pode causar um final ruim", disse.
A atriz ainda destaca que ainda está se acostumando com comentários sobre seus poemas, pois são pontos relacionados à sua vida. "Fico supernervosa se alguém lê meu livro. Tenho muita dificuldade de falar sobre a minha vida".
Ver essa foto no Instagram
Isis Valverde fala sobre última conversa entre ela e o pai
Isis Valverde compartilhou uma memória marcante sobre seu pai, Rubens Valverde, que faleceu em 2020, aos 65 anos. Em entrevista concedida a Pedro Bial, durante o programa Conversa com Bial, a atriz relembrou os desafios enfrentados no início da carreira e revelou detalhes emocionantes sobre a última conversa com o pai. Segundo ela, o apoio existia, mas era acompanhado por uma visão realista da trajetória que ela queria seguir. "Não é que meu pai odiava que eu fosse atriz, ele me apoiava em tudo, me amava incondicionalmente. Mas ele falava: 'Minha filha, você é de Aiuruoca, tem quatro mil habitantes… Acha mesmo que vai sair daqui, ir para o Rio de Janeiro e conseguir um papel?'", recordou a atriz.
Revelada em 2006 na novela Sinhá Moça, Isis lembrou da reação do pai diante do sonho de vê-la atuando na televisão. Segundo ela, a descrença vinha mais da preocupação com as dificuldades do caminho do que da falta de fé em seu talento. "Meu pai achava que não tinha como", afirmou, acrescentando que o olhar dele sobre o mundo era o de quem valorizava a prudência, principalmente diante da realidade de uma cidade pequena como Aiuruoca, em Minas Gerais.