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GRAVE? Key Alves relata dores no pós-parto e especialista adverte: 'Fora do esperado'

Ex-BBB Key Alves desabafa sobre exaustão e dores após o nascimento da filha e tem caso analisado por especialista; confira!

17 jan 2026 - 14h07
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Mãe de primeira viagem, a ex-BBB Key Alves desabafou recentemente sobre as mudanças físicas após o nascimento da filha, Rosamaria, que veio ao mundo em 26 de dezembro. A bebê é fruto do relacionamento com o cantor sertanejo Bruno Rosa.

Reprodução/Instagram
Reprodução/Instagram
Foto: Mais Novela

"As dores no corpo são surreais. Mas sei que tudo é um processo", conta a famosa. Em outro momento, ela revelou os desagios de não conseguir dormir, destacando que a maternidade, apesar de romantizada, não é simples como parece.

"Meu peito dói mais que sei lá o quê. Eu estou chorando todos os dias, não tem o que fazer. Ontem a gente conversou com a médica, e ela falou: 'Se permita, chore'. É uma tortura tão grande não conseguir dormir. Para mim pesa muito, mas tem que respirar fundo e reagir", diz.

Diante do desabafo da influenciadora, a Dra. Giovana Brunet, médica ginecologista, falou sobre o assunto. "Relatos como o da Key Alves sobre exaustão intensa, dores e sensação de sobrecarga no período pós-parto são mais comuns do que muitas pessoas imaginam. O corpo de uma mulher passa por transformações profundas durante a gravidez e o parto, e a recuperação nem sempre é rápida ou linear. Cada organismo reage de uma forma, e fatores físicos e emocionais se somam nesse processo", explica.

Além disso, a especialista aconselha a não normalizar as dores e o cansaço. "É importante reconhecer que sentir dor no pós-parto não é algo que deva ser simplesmente 'suportado'. Dores abdominais, musculares, desconforto na região pélvica e nas costas podem estar relacionados a alterações hormonais, mudanças na postura ao cuidar do bebê, tensão muscular e até pequenas lesões que passaram despercebidas durante o trabalho de parto. Além disso, a amamentação e a falta de sono potencializam a sensação de cansaço e dor".

"A exaustão que Key citou também merece atenção. Após o parto, há uma mudança abrupta nos níveis hormonais, o que pode influenciar diretamente no humor, no ciclo de sono e na energia geral. Somado a isso, muitas mulheres ainda enfrentam expectativas sociais de que tudo deve' voltar ao normal' rapidamente, o que aumenta a pressão interna e externa", completa ela, que na sequência ressalta a importância do acompanhamento profissional.

"Quando ouço relatos assim de pacientes, eu sempre reforço que ninguém precisa atravessar esse período sozinha. É essencial conversar abertamente com profissionais de saúde, relatar sintomas de forma detalhada e buscar apoio quando a dor ou o cansaço são persistentes ou intensos. Em algumas situações, um exame físico cuidadoso pode identificar causas específicas que precisam ser tratadas, como tensão excessiva em músculos específicos, alterações pós-parto no assoalho pélvico ou até questões metabólicas decorrentes da gestação", pontua.

A saúde mental também não pode ser deixada de lado. "A exaustão no pós-parto pode ser um sinal de que a mulher está ultrapassando seus limites físicos e emocionais. Isso não é fraqueza, é sinal de que o corpo e a mente estão pedindo suporte. A depressão pós-parto e o transtorno de ansiedade perinatal são condições reais e tratáveis, e quanto mais cedo forem identificadas, melhor será o desfecho", destaca.

Quando o corpo volta ao normal após o puerpério?

"Não existe um tempo padrão para recuperação após o nascimento de um filho. Algumas mulheres se sentem relativamente bem em poucas semanas, outras levam meses para se ajustar. O que importa é que cada sintoma, cada queixa deve ser levado a sério, ouvido e investigado. O pós-parto merece tanto cuidado quanto o pré-natal, e sentir dor ou cansaço extremo não é algo que deve ser minimizado", detalha a Dra.

"Se houver dor intensa, sangramento fora do esperado, febre, dificuldade para urinar ou caminhar, tristeza profunda ou incapacidade de cuidar de si mesma e do bebê, é fundamental procurar atendimento médico de imediato. Saúde no pós-parto é prioridade, e pedir ajuda é um ato de cuidado consigo mesma e com a família", conclui.

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