Flávio Bolsonaro ou Lula? Vidente prevê tragédia e crava data da morte de candidato
Vidente faz previsão assustadora e crava data da morte de candidato: 'Algo ruim está para acontecer'
A vidente Vó Bahiana previu a morte de Lula por infarto no segundo turno das eleições, pedindo orações diante da visão trágica. Paralelamente, a senadora Damares Alves, aliada de Flávio Bolsonaro, declarou apoio ao fim da escala de trabalho 6x1 em prol dos trabalhadores. Contudo, a parlamentar criticou duramente o PT e o presidente por utilizarem a proposta de forma hipócrita como bandeira eleitoreira na reta final da disputa, tentando manchar a imagem da oposição perante o eleitorado.
A vidente Vó Bahiana fez uma nova previsão envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela afirmou que o candidato a reeleição vai morrer no dia 25 de outubro, data marcada para o segundo turno das eleições presidenciais.
A sensitiva revelou em vídeo que sonhou que Lula sofrerá um infarto. "Dia 25, eu vejo o Lula tendo um infarto e vindo ao desencarne", declarou. Ela também disse ter visualizado dois caixões cobertos com a bandeira do Brasil e cenas de choro e correria. "Eu peço que a gente possa se unir em oração, porque algo ruim está para acontecer", afirmou.
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Damares apoia o fim da escala 6×1, mas critica exploração eleitoral da proposta
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), aliada do candidato Flávio Bolsonaro, manifestou seu apoio ao término da jornada de trabalho 6×1 nesta quarta-feira (07/10). Apesar de reconhecer que a discussão favorece a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva na reta final do segundo turno, a parlamentar justificou seu posicionamento com foco nos trabalhadores, ao mesmo tempo em que repudiou a abordagem política do tema neste momento.
"Todos nós aqui queremos o melhor para o trabalhador. Agora, o que o PT está fazendo é ridículo", declarou a parlamentar, ressaltando a posição do seu grupo: "Mas nós somos a favor do fim da escala (6×1)".
Para Damares, os opositores do governo devem votar favoravelmente à PEC, frisando que o projeto não prejudica a candidatura de Flávio, embora ajude Lula. A senadora apontou que o uso da proposta às vésperas da votação tenta construir uma narrativa contra a oposição. "Eu acho que isso é matéria vencida, gente. O problema é que estão colocando agora pra dizer: 'nós somos bonzinhos'. É isso que a gente não concorda. Querem dizer para o Brasil que nós somos os monstros. Não somos. Nós estamos preocupados com o trabalhador", pontuou.
Ao desabafar sobre a estratégia, Damares detonou: "Trazem agora para rir da nossa cara, para dizer para o trabalhador que nós somos contra".
Em tom de indignação, a parlamentar argumentou que o tema não deveria ser instrumentalizado politicamente. "Não afeta o Flávio, mas ajuda o Lula. Você está entendendo que o Lula vai querer ser o pai do trabalhador? De forma hipócrita. Você acha que vidas humanas têm que ficar nesse pingue-pongue? Eu estou falando de mães que acordam de madrugada. Eu estou falando de mulheres. A gente quer o melhor pra essas mulheres. Aí joga como pauta eleitoreira? Gente, isso é desrespeito ao trabalhador. Eu estou indignada", concluiu.
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