Flávio Bolsonaro humilha Lula em debate e recebe resposta afiada: 'Até o seu pai'
CLIMÃO! Flávio Bolsonaro diz não ter levado carteira para debate na band com Lula e questiona votos de presidiários no candidato do PT; veja
O debate do segundo turno na Band foi marcado pelo confronto tenso entre Lula e Flávio Bolsonaro. O petista recusou ficar perto do senador, chamando a família rival de "miliciana", enquanto Flávio ironizou dizendo que temia ter a carteira roubada. O clima esquentou ainda mais quando o parlamentar questionou a votação do petista em presídios; em resposta, Lula afirmou que até Jair Bolsonaro poderia votar nele por considerá-lo melhor, alfinetada rebatida com queixas sobre perseguição jurídica.
Uma troca intensa de acusações marcou o embate entre o atual presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro durante o debate do segundo turno promovido pela Band neste domingo (18). Em meio a um clima visivelmente acirrado, o candidato petista recusou categoricamente se aproximar do oponente quando foi convidado a dividir o mesmo espaço no palco.
Farpas no debate entre Flávio Bolsonaro e Lula
A tensão atingiu o ponto alto quando o filho de Jair Bolsonaro sugeriu que ambos permanecessem lado a lado durante a transmissão. "Fica aqui do meu lado, Lula. Vamos conversar juntos aqui", solicitou o parlamentar do PL. A resposta do rival veio de forma imediata e dura, marcando um dos momentos mais comentados da noite. "Eu não quero ficar perto de você. Da família Bolsonaro quero distância. Com miliciano quero distância", disparou.
Diante da recusa, o senador rebateu com uma provocação sobre seus pertences pessoais. "Fica tranquilo, eu não sou um cara violento. Eu tô sem carteira, você não vai poder me roubar. Pensando bem, melhor você ficar longe mesmo porque a minha carteira pode ser roubada", retrucou Flávio.
Questionamento sobre presídios sobre voto
Além da troca de farpas sobre a proximidade física, a pauta da votação no sistema prisional também gerou forte atrito entre os opositores. O senador confrontou o adversário citando um percentual expressivo de preferência eleitoral entre os detentos, cobrando uma justificativa pública sobre esse apoio nas urnas.
Sem hesitar, o representante do PT devolveu a provocação e estendeu a ironia ao próprio pai do rival. "Eu quero que vote 100%. Até o teu pai. O teu pai pode votar em mim. Ele te conhece e ele sabe que eu sou melhor que você", enfatizou.
Logo em seguida, o parlamentar lamentou a situação jurídica de seu progenitor no cenário eleitoral. "Nem em mim ele pode votar, infelizmente, porque ele foi vítima da perseguição", lamentou Flávio. O diálogo sobre o tema foi encerrado com mais uma alfinetada do ex-presidente, que insistiu no pedido de apoio. "Vote em mim, Bolsonaro", insistiu Lula.
Dessa forma, o confronto na televisão foi marcado por dinâmicas de ataques diretos e reações imediatas, gerando repercussão tanto para o público de casa quanto entre os presentes nos bastidores do estúdio.
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