Ex-genro de Ana Maria Braga é investigado por furto, ameaça e importunação sexual após separação
Badarik González enfrenta investigação por vários crimes após fim do casamento com filha de Ana Maria Braga
A separação entre Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga, e o colombiano Badarik González continua repercutindo e ganhou novos capítulos após a divulgação de informações sobre investigações envolvendo o ex-marido. O rompimento veio a público no último fim de semana, quando o próprio colombiano afirmou que a ex-esposa havia solicitado uma medida protetiva contra ele. Desde então, vieram à tona relatos sobre ocorrências registradas em Minas Gerais, onde ele é alvo de apurações relacionadas a diferentes suspeitas de crimes. As acusações ainda estão sendo investigadas pelas autoridades, e o caso segue em tramitação na Justiça.
Segundo informações apresentadas pelo jornalista Gabriel Perline no programa A Tarde é Sua, da RedeTV!, Badarik González passou a responder não apenas por uma investigação de furto, mas também por denúncias de ameaça, agressão e importunação sexual. De acordo com os relatos exibidos pela atração, ele viajou de Botucatu para Cachoeira Alta, percorrendo cerca de 900 quilômetros para trabalhar como cozinheiro em uma festa eletrônica. Um boletim de ocorrência aponta que, durante o evento, ele teria perguntado qual era a joia mais valiosa de um estande, pegado um anel e deixado o local sem efetuar o pagamento. Horas depois, ao retornar para buscar seus pertences, acabou reconhecido por seguranças e detido. Conforme o registro policial, um anel, além de uma faca e um facão, teriam sido encontrados em seu veículo.
Outras denúncias fazem parte da investigação
Ainda conforme as informações divulgadas pelo A Tarde é Sua, duas mulheres também prestaram depoimento às autoridades relatando episódios envolvendo Badarik González durante a mesma festa. Uma delas afirmou que o colombiano "começou a incomodá-la, dizendo que ela seria a sua esposa reencarnada" e relatou ainda que ele teria tocado seu corpo sem consentimento e tentado segurá-la à força. A segunda denunciante declarou que o investigado circulava pelo evento portando uma faca e, ao ser questionado sobre o objeto, teria aplicado um golpe conhecido como "mata-leão" e feito ameaças.
Badarik González permaneceu preso entre os dias 8 e 10 de junho, quando obteve liberdade mediante decisão judicial. Em depoimento, afirmou ter sido "agredido com socos e chutes na cabeça por populares" durante a abordagem. Já os policiais responsáveis pela ocorrência relataram que ele aparentava estar "fora de si" no momento da prisão, embora, segundo os registros, não tenha sido realizado exame toxicológico. O colombiano responde às investigações em liberdade, cumprindo medidas cautelares determinadas pela Justiça, como manter o endereço atualizado e comparecer aos atos processuais. Até o momento, não há condenação, e todas as acusações seguem sob apuração.
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