Erika Januza retorna à Sapucaí pela Viradouro
Atriz desfilará na Sapucaí em homenagem a mestre Ciça e celebra convite especial da escola
Erika Januza vive um dos momentos mais simbólicos de sua trajetória artística e carnavalesca.
A atriz retorna à Marquês de Sapucaí em um novo papel, após quatro anos como rainha de bateria da Viradouro.
Agora é para homenagear o mestre Ciça, diretor de bateria da escola. Esse convite se torna um reencontro carregado de emoção, memória e respeito pela história da agremiação.
A atriz vai desfilar pela Viradouro na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, em um Carnaval marcado por emoção, memória e reverência. O convite, segundo ela, foi recebido com o coração acelerado e a certeza imediata de que não havia espaço para recusa.
Em entrevista ao Hugo Gloss, Erika abriu o coração ao falar sobre o significado de participar do desfile da escola, especialmente por envolver uma homenagem a Ciça, nome histórico do Carnaval e figura fundamental em sua própria caminhada dentro da festa.
Logo no primeiro contato com a proposta, a resposta foi intuitiva e carregada de sentimento.
Convite que acelerou o coração
"Não tinha como dizer não"
Erika Januza revelou que a reação ao convite da Viradouro foi imediata e intensa. Segundo a atriz, o carinho pela escola e o respeito profundo pelo Carnaval tornaram a decisão automática.
"Eu recebi esse convite da escola e meu coração acelerou na mesma hora. Não tinha como dizer não. Eu amo e respeito muito o nosso Carnaval", afirmou.
A fala traduz não apenas empolgação, mas também a consciência do peso simbólico que envolve o desfile.
Para Erika, estar na Sapucaí não é apenas um momento de visibilidade, mas uma oportunidade de reverenciar histórias que ajudaram a construir a cultura carnavalesca brasileira.
Homenagem potente a Ciça
Nome que faz parte da história da atriz
Um dos pontos mais emocionantes da participação de Erika Januza no desfile da Viradouro é a homenagem a Ciça, figura lendária do Carnaval carioca. A atriz destacou a importância pessoal e profissional dessa reverência.
"Essa homenagem ao Ciça com certeza será muito potente. Ele faz parte da minha história e sou muito feliz por também fazer parte de um pedacinho da sua grande trajetória", disse.
A conexão entre os dois vai além da admiração pública. Erika reconhece Ciça como alguém que contribuiu diretamente para sua formação dentro do universo do Carnaval, o que torna o desfile ainda mais simbólico.
Relação profunda com o Carnaval
Amor, respeito e pertencimento
Erika Januza nunca escondeu sua relação intensa com o Carnaval. Ao longo dos anos, ela se consolidou como uma das artistas que unem elegância, discurso consciente e respeito à tradição da festa.
Para a atriz, o Carnaval não é apenas um espetáculo, mas um espaço de memória, identidade e resistência cultural. Desfilar pela Viradouro, uma escola reconhecida por sua força estética e narrativa, reforça esse vínculo.
A presença de Erika na avenida representa também a união entre o universo artístico da televisão e a potência simbólica das escolas de samba.
Viradouro e a força da narrativa
Escola conhecida por enredos impactantes
A Viradouro é conhecida por apostar em enredos fortes, emocionais e socialmente relevantes, o que dialoga diretamente com a visão de Erika Januza.
A escolha da atriz para integrar o desfile reforça o compromisso da escola com nomes que carregam representatividade, carisma e conexão verdadeira com a história que será contada na avenida.
A homenagem a Ciça, dentro desse contexto, ganha ainda mais peso ao ser interpretada por alguém que viveu parte dessa trajetória.
Expectativa para o desfile na Sapucaí
Emoção, respeito e entrega
Embora Erika ainda não tenha revelado detalhes sobre fantasia ou posição exata no desfile, a expectativa é de uma participação marcada pela emoção e pela entrega genuína.
Um Carnaval para ficar na memória
Com emoção declarada, respeito pela tradição e conexão profunda com a história homenageada, Erika Januza promete viver um dos Carnavais mais marcantes de sua trajetória.
O desfile pela Viradouro, na Marquês de Sapucaí, surge como um encontro entre passado e presente, entre legado e renovação. Para o público, a expectativa é de um momento carregado de significado, emoção e reverência - exatamente como o Carnaval pede.