Corpo de Juliana Marins não será mais cremado: entenda por que destino final da jovem foi alvo de impasses
Velório de Juliana Marins foi aberto ao público nesta sexta-feira (04). Cerimônia aconteceu em Niterói, no Rio de Janeiro.
Juliana Marins, a turista que morreu após cair do penhasco durante trilha em um vulcão na Indonésia, será sepultada nesta sexta-feira (04), no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, município onde ela nasceu e que custeou o translado. Antes da decisão final, o método para o destino do corpo da jovem publicitária foi algo de impasses.
Por vontade da própria Juliana, a família queria cremar o corpo. No entanto, a Justiça entendeu que seria melhor enterrar a turista. A família chegou a recorrer. "Pedimos ao juiz, por meio da defensoria pública, para que a Juliana pudesse ser cremada. Mas o juiz tinha dito 'não' pois é uma morte suspeita, talvez, não sei se o termo é esse. Então, ela teria que ser enterrada caso precisasse fazer uma exumação futura", disse Manoel Marins, pai de Juliana, em depoimento publicado no G1.
Na manhã desta sexta-feira (04), a defensoria conseguiu que Juliana fosse cremada, mas a família optou por manter o sepultamento. "Já tínhamos decidido mesmo pelo sepultamento. Então, ela vai ser sepultada", completou Manoel.
O velório foi aberto ao público das 10h até 12h. Após este horário, o acesso foi restrito a familiares e amigos próximos. O caixão de Juliana ficou em uma sala restrita, sem a entrada da imprensa.
IRMÃ DE JULIANA MARINS ACOMPANHOU NOVA AUTÓPSIA
O corpo de Juliana passou por uma nova autópsia nesta quarta-feira (02), na presença de Mariana Marins, irmã da vítima. O processo também foi acompanhado por dois peritos da Polícia Civil, um legista federal...
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