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Caso Marielle: Mãe e filha passam mal em julgamento dos suspeitos

Mãe e filha de Marielle Franco não aguentaram a carga emocional do segundo julgamento dos suspeitos e passaram mal; saiba detalhes

25 fev 2026 - 15h09
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O segundo dia de julgamento sobre o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (25/2), foi marcado pela forte emoção da família. Marinete da Silva e Luyara Franco, mãe e filha da vereadora, precisaram de atendimento médico após passarem mal durante a sessão.

Marielle Franco e a família
Marielle Franco e a família
Foto: Reprodução/Gustavo Moreno/STF / Contigo

Por volta das 10h, Marinete sofreu um suposto pico de pressão e foi socorrida em uma sala de apoio. Cerca de duas horas depois, Luyara também se sentiu mal e precisou deixar o plenário em uma cadeira de rodas para avaliação médica. Ambas foram estabilizadas após os atendimentos.

O julgamento, conduzido pela Primeira Turma sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, analisa a responsabilidade dos mandantes do crime ocorrido em 2018. A família de Marielle, acompanhada pela ministra Anielle Franco, solicitou privacidade e pediu que não fossem feitos registros fotográficos dos momentos de vulnerabilidade.

Julgamento do caso Marielle Franco

Nesta quarta-feira, 25/02, a Primeira Turma do STF se reuniu pelo segundo dia para definir o destino dos réus acusados de ordenar o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes em 2018. O vice-procurador-geral, Hindemburgo Chateaubriand, já pleiteou a condenação dos envolvidos.

O crime ocorreu no Rio de Janeiro, quando as vítimas voltavam de um evento; a assessora Fernanda Chaves sobreviveu. Estão no banco dos réus: Domingos Brazão (conselheiro do TCE-RJ), Chiquinho Brazão (ex-deputado), o delegado Rivaldo Barbosa e o ex-PM Ronald Paulo de Alves.

O que Anielle Franco após condenação?

Durante a tarde do segundo dia de julgamento, Anielle publicou uma foto confirmando a condenação dos réus. No entanto, destacou que a pena de casa um ainda será divulgada durante a tarde.

"Foram 8 anos de luta para saber quem mandou matar Marielle e o porquê. Foram 8 anos na luta por justiça plena. Hoje o sistema de justiça do Brasil honrou a memória de Marielle e Anderson. O Brasil inicia um novo marco histórico contra a violência política de gênero e raça. A impunidade não pode fazer parte da nossa democracia", dizia o post.

Foram 8 anos de luta para saber quem mandou matar Marielle e o porquê. Foram 8 anos na luta por justiça plena.

Hoje o sistema de justiça do Brasil honrou a memória de Marielle e Anderson. O Brasil inicia um novo marco histórico contra a violência política de gênero e raça. A impunidade não pode fazer parte da nossa democracia.

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