Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Carol Ribeiro desfila na São Paulo Fashion Week após revelar diagnóstico de esclerose múltipla

A modelo participou do desfile da marca Alexandre Herchcovitch na noite desta segunda-feira, 7

7 abr 2025 - 22h40
(atualizado às 23h00)
Compartilhar
Exibir comentários
Carol Ribeiro em desfile na São Paulo Fashion Week
Carol Ribeiro em desfile na São Paulo Fashion Week
Foto: Leo Franco e Natália Rampinelli/AgNews

Carol Ribeiro revelou na última semana ser diagnosticada com esclerose múltipla, doença autoimune que afeta o sistema nervoso e pode causar sintomas como dificuldades motoras, cognitivas, entre outros. A modelo, que também já trabalhou na MTV e é repórter em premiações internacionais, como o Oscar, participou na noite desta segunda-feira, 7, da São Paulo Fashion Week.

Ela foi uma das modelos a atravessar a passarela na apresentação da grife Alexandre Herchcovitch. Carol usou um look composto por um sobretudo preto, com grandes botões, uma bolsa metalizada e um mocassim.

O desfile foi o primeiro trabalho grande da modelo após o anúncio do diagnóstico. Em um evento na última semana, a ex-MTV contou que os sintomas da doença começaram em 2023, mas ela achou que era apenas menopausa, até que percebeu que o que estava sentindo era mais sério do que imaginava.

"Quando os médicos fizeram a checagem dos hormônios, estava tudo bem. Eu achava que iria enlouquecer. Eu pensava: 'Se isso é a menopausa, todas as mulheres vão enlouquecer'. Faltou muito pouco para eu passar em um psiquiatra. Foi quando veio o diagnóstico de esclerose múltipla", contou.

A esclerose é uma doença neurológica crônica autoimune, que afeta o sistema imunológico e ataca células saudáveis, além de atingir também o sistema nervoso central. Com o diagnóstico, a ex-MTV passou a realizar o tratamento correto para aliviar os sintomas. 

Como parte do tratamento, Carol faz terapia, exercícios físicos e usa hormônios. Ela conta com mais de 11 implantes espalhados pelo corpo. Segundo ela, anotar o que sentia em um diário ajudava a aliviar a ansiedade de esperar pelo diagnóstico.

"Tem dias que você chora, tem dias que você sorri e aquele diário servia para isso. Mas, depois que comecei o tratamento, eu não sinto mais nada, é como se a doença não existisse mais. Por isso, é importante olhar para dentro de você, nem que seja alguns minutinhos na hora do banho ou do almoço. Essas saídas para se escutar podem ser diferente para cada uma de nós, contudo, elas são importantes para a gente poder se encontrar", concluiu.

Fonte: Redação Terra
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade