Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Ana Hickmann aciona Justiça para impedir leilão de mansão de R$ 35 milhões

Defesa da apresentadora aponta falta de intimação e "excesso de garantias" em ação por dívida de R$ 900 mil; imóvel é avaliado em R$ 35 milhões

25 fev 2026 - 09h39
(atualizado às 15h12)
Compartilhar

A polêmica em torno da famosa mansão de Ana Hickmann em Itu, no interior de São Paulo, acaba de ganhar um novo e decisivo capítulo. De acordo com a coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles, a apresentadora protocolou um pedido de suspensão imediata do leilão do imóvel, determinado pela 44ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo.

Ana Hickmann
Ana Hickmann
Foto: Reprodução/ Youtube / Contigo

Entenda a ação judicial e o valor da dívida

O leilão da propriedade, avaliada em R$ 35 milhões e cenário icônico da vida da comunicadora, foi ordenado para quitar uma dívida movida por Danielle Murayama Fujisaki contra a empresa Hickmann Serviços Ltda. O valor do débito em questão ultrapassa os R$ 900 mil.

No último dia 19 de fevereiro, a defesa de Ana Hickmann apresentou embargos à Justiça, apontando uma série de irregularidades no processo.

As alegações de Ana Hickmann: Falha de intimação e "excesso de garantias"

No documento jurídico, a apresentadora sustenta que o leilão deve ser anulado por motivos técnicos e legais. Entre os principais argumentos estão:

Falta de Intimação: Como coproprietária, Ana alega que não foi devidamente intimada sobre a penhora, uma exigência do Código Civil.

Alienação Fiduciária: A mansão estaria alienada ao Banco Daycoval, o que impediria que o imóvel servisse como garantia para esta dívida específica.

Excesso de Garantias: A defesa aponta uma desproporção entre o valor do imóvel (R$ 35 milhões) e o valor da dívida (R$ 900 mil), classificando a situação como um "excesso de garantias".

Acusações contra o leiloeiro e "pressa injustificada"

A comunicadora também denunciou o que chamou de posturas precipitadas por parte do leiloeiro responsável. Segundo o documento, o profissional teria tentado realizar uma vistoria no imóvel com base em uma ordem judicial inexistente.

Ainda segundo a coluna, para a apresentadora, as condutas revelam uma "pressa injustificada e irregular" para levar o bem à hasta pública, o que, segundo ela, "contamina a conformidade do procedimento e evidenciaria que o caso tem sido marcado por pressões e anormalidades".

 
 
 
 
 
Ver essa foto no Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Um post compartilhado por Ana Hickmann (@ahickmann)

Contigo Contigo
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra