Um dos maiores romances do cinema tem um final alternativo que muitos descrevem como "uma blasfêmia sexy"
Uma das adaptações de Orgulho e Preconceito mais importantes do cinema é tomada por algumas polêmicas.
Este mês em que Perdida chega aos cinemas brasileiros, a adaptação do best-seller de Carina Rissi com inspirações em Jane Austen, é um bom momento para revisitar outras releituras da autora inglesa. Uma das principais obras da artista, Orgulho & Preconceito é um de seus livros mais conhecidos e, também, mais revisitado em outras mídias.
Dos filmes e séries baseados neste trabalho da autora, há uma minissérie da BBC e um filme de Joe Wright, de 2005, que se fixaram no imaginário dos fãs. Entre os dois, há uma marca obscura no longa-metragem estrelado por Keira Knightley no papel de Lizzy Bennet.
A trama se passa na Inglaterra, em 1797, e acompanha as cinco irmãs Bennet - Elizabeth (Knightley), Jane (Rosamund Pike), Lydia (Jena Malone), Mary (Talulah Riley) e Kitty (Carey Mulligan). Criadas por uma mãe (Brenda Blethyn) que tinha fixação em encontrar maridos que garantissem seu futuro, Elizabeth destoa das demais, pois deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai (Donald Sutherland).
Quando o sr. Bingley (Simon Woods), um solteiro rico, passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que conquistará o coração do novo vizinho, enquanto que Elizabeth conhece o bonito e esnobe sr. Darcy (Matthew Macfadyen). Os encontros entre Elizabeth e Darcy passam a ser cada vez mais constantes, apesar deles sempre discutirem.
O longa apresenta diversas cenas dramáticas, sejam declarações de amor na c…
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