Um chiclete mascado foi o suficiente para transformar esse personagem na série biográfica de Raul Seixas - que já é imperdível no streaming
Memórias guardadas pelo astro do rock nacional foram essenciais para a conexão com a obra.
Dirigido por Paulo Morelli e Pedro Morelli, a minissérie Raul Seixas: Eu Sou vem encantando o público pela profundidade na qual aborda a vida e obra do astro do rock nacional. Sem dúvidas, Ravel Andrade é um dos principais motivos de toda essa repercussão positiva.
Interpretar uma figura tão emblemática quando o Raulzito não é uma tarefa fácil, mas Ravel pode honrar a memória do músico. Para Pedro Morelli, a escolha dele para o papel foi o maior acerto que tiveram.
Atuando como o pai do Raul, Julio Andrade teve a oportunidade de acompanhar de perto o amor do protagonista pelo homenageado. Com a coincidência de também serem parentes longe das câmeras, pôde se emocionar ao perceber o quão entregue o seu irmão esteve durante as gravações.
Constantemente elogiado por seus companheiros de equipe e pelos apreciadores da obra, Ravel revelou que teve um processo interno bem pessoal e especial para se conectar com o seu personagem.
Além de escutar as músicas com uma frequência maior do que o habitual, a fragrância de velas queimadas em homenagem ao Raul infestavam os bastidores. Foi revelado também o contato com alguns objetos guardados pela família do baiano.
Ainda em vida, o ícone da música brasileira revelou a existência de um baú de memórias. ''Eu guardava tudo, guardava não sei pra quê.…
Artigo original publicado em AdoroCinema
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