Teve gente que saiu do cinema, mas este filme merece cada milésimo do seu tempo: É inspirador e tem uma cena específica que é difícil de assistir
Na época, foram publicados diversos relatos de pessoas vomitando, desmaiando e convulsionando durante a exibição.
Ao longo da história do cinema, muitos filmes fizeram com que, por motivos diversos, alguns espectadores decidissem abandonar a sala antes do final da exibição — e nem sempre acontecia por ser uma produção ruim, mas pelo alto teor de violência gráfica ou imagens traumáticas.
Um desses exemplos mais recentes é, sem dúvida, o filme 127 Horas, dirigido por Danny Boyle e estrelado por James Franco. O longa-metragem tem uma avaliação praticamente perfeita no Rotten Tomatoes — 93% de aprovação — e que se diferencia por não ser denso, extremamente violento e nem abordar nenhum tema polêmico.
O problema que muitas pessoas tiveram com 127 Horas foi uma única cena. Uma sequência, sim, que dura bastante e é absolutamente explícita, apesar da crueza do que nela acontece. Se você já viu o filme, sabe que nos referimos ao momento em que o protagonista, um alpinista preso em uma rocha, corta o próprio braço para escapar e sobreviver.
Essa é a história verídica de Aron Ralston (James Franco), um aventureiro que explorava o Blue John Canyon, perto de Moab, Utah, quando um deslizamento de montanha esmagou seu braço contra a rocha, impedindo todos os seus movimentos. Depois de vários dias tentando se libertar dele e pensando que morreria, Ralston quebrou seus ossos com uma pedra e posteriormente cortou os músculos e a carne com uma faca.
Essa façanha salvou sua vida, mas a cena foi filmada com tantos detalhes e realismo por Boyle que teve gente que não aguentou. Na época…
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