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Funko chega com produtos exclusivos na CCXP22 de olho nos fãs brasileiros

Pela primeira vez, fabricante norte-americana de brinquedos traz produtos licenciados ao evento nerd de São Paulo

1 dez 2022 - 19h03
(atualizado em 2/12/2022 às 16h52)
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São bonecos cabeçudos, geralmente com até 10 centímetros de altura, e que representam personagens de filmes, séries, bandas e tudo mais da cultura pop. São os Funkos, colecionáveis que fazem sucesso em todo o mundo e que, pela primeira vez, chegam com exclusivos para a CCXP22, que acontece entre os dias 1º e 4 de dezembro em São Paulo.

Para isso, a marca chega ao evento com 16 bonecos, que custam entre R$ 249,90 e R$ 609,90. A Funko ainda tem um estande próprio. É a primeira grande aproximação da empresa, já considerada uma gigante norte-americana dos brinquedos, com o público brasileiro - trazendo, ainda, Funkos Pop de Loki, Simpsons, Star Wars e de Adão Negro.

"É empolgante conhecer os fãs de Funko", diz Jessica Piha-Grafstein, executiva que representa a vinda da empresa. "Estamos adquirindo conhecimento com a participação no evento. Pretendemos, quando voltarmos para o nosso time, falar sobre o que vimos por aqui, o que aprendemos e, com isso, fazer coisas positivas para os próximos anos".

Para a escolha dos 16 personagens disponíveis para comprar na CCXP22, Jessica explica que isso parte de uma longa negociação. "Nós trabalhamos perto dos nossos parceiros de licenciamento e nós procuramos entender o que os fãs brasileiros compram, o que os fãs fazem, o que as marcas vão apresentar. Animação japonesa, por exemplo, tem uma base de fãs imensa", explica. A marca trouxe colecionáveis de Bleach e Yu-Gi-Oh, por exemplo.

Para os fãs que já estão curiosos se a Funko volta para outras edições, Jessica diz que está empolgada com as futuras participações da empresa no evento e nas relações com o público brasileiro. "Hoje, nós estamos compreendendo como nos conectamos com os nossos fãs globalmente, não apenas nos Estados Unidos. Por isso, precisamos estar com os fãs, falar com eles, saber o que eles querem. Por isso, o Brasil está nos nossos planos".

Estadão
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