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Diddy detona documentário de 50 Cent sobre ele: 'Obra difamatória vergonhosa'

Série produzida por 50 Cent estreia hoje, 2 de dezembro, na Netflix e já gera polêmica com declarações de Diddy

2 dez 2025 - 09h18
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O magnata do rap Sean "Diddy" Combs repudiou a estreia da docussérie Sean Combs: The Reckoning, lançada nesta terça, 2, e classificou o trabalho como uma "obra difamatória vergonhosa", acusando a Netflix e o produtor-executivo 50 Cent de usar "imagens roubadas que nunca foram autorizadas para divulgação".

Foto: Shareif Ziyadat / Getty Images para Sean "Diddy" Combs / Rolling Stone Brasil

Segundo a equipe de Diddy, o material exibido no teaser do documentário, que inclui imagens filmadas seis dias antes de sua prisão, quando o empresário enfrentava acusações federais, teria sido obtido de forma ilegal. O comunicado afirma que ele vinha gravando sua própria vida desde os 19 anos para contar sua história e que a divulgação desses registros sem consentimento representa um "ato ilícito e profundamente injusto".

O teaser mostra Diddy em uma ligação privada, expressando desespero: "Precisamos encontrar alguém que trabalhe conosco e que tenha trabalhado nos negócios mais sujos dos sujos... Estamos perdendo". A fala, segundo os produtores do documentário, seria parte da narrativa sobre os dias que antecederam sua detenção.

No entanto, a diretora da série, Alexandria Stapleton, afirma que todo o material foi adquirido legalmente e que a produção detém os direitos necessários para exibir o conteúdo. A cineasta declarou que foram feitos "todos os esforços para manter o sigilo da identidade de quem filmou originalmente" e que a equipe procurou o time jurídico de Diddy diversas vezes para entrevista e posicionamento, sem retorno.

A estreia da docussérie reacende a disputa pública entre Diddy e 50 Cent, histórica no universo do hip-hop, agora em um tabuleiro midiático, com acusações de manipulação e disputa por controle de narrativa em torno da vida e carreira do produtor.

Diddy x 50 Cent: uma briga velha

Curtis Jackson, o 50 Cent, fala publicamente contra Diddy desde o início dos anos 2000. Ainda no começo da carreira, lançou uma faixa sugerindo que o rival sabia mais do que dizia sobre a morte de Notorious B.I.G., o que já deixava explícita uma tensão entre os dois. Com o tempo, o tom foi se intensificando, especialmente ao criticar a forma como Diddy tratava jovens artistas.

50 Cent passou a acusá-lo de explorar talentos emergentes apenas para lucro próprio, descartando-os depois que o sucesso passava. As críticas foram além do campo profissional. Em entrevistas recentes, o rapper afirmou que Diddy sempre lhe causou desconforto, atribuindo isso à "energia sexual deslocada" que o produtor trazia para situações públicas.

Esse desconforto, segundo 50, fez com que ele evitasse festas e eventos organizados por Diddy. As falas foram reforçadas em 2024, após a prisão do produtor, quando o rapper afirmou estar denunciando esse comportamento há anos.

A rivalidade também chegou ao mercado de bebidas alcoólicas. Enquanto 50 investiu em conhaques e champanhes, Diddy se dedicou a vodcas e tequilas. O primeiro prosperou; o segundo enfrentou obstáculos. A disputa comercial só alimentou o ressentimento mútuo.

Outro ponto-chave foi Daphne Joy, ex de 50 Cent e mãe de seu filho. Rumores indicam que ela teria se envolvido com Diddy após o término conturbado com o rapper e passou a frequentar festas organizadas pelo ex-Bad Boy. A relação entre os três virou tema nas redes sociais e, segundo internautas, pode ter motivado parte da narrativa do documentário.

Rolling Stone Brasil Rolling Stone Brasil
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