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Uma farsa no comando da OpenAI: Enquanto a empresa promete o futuro da IA, colegas vazam a verdade perturbadora sobre Sam Altman

Investigação jornalística voltou a apontar a forma controversa de como atua o CEO, colocando-o no centro da polêmica

11 abr 2026 - 14h11
(atualizado em 18/4/2026 às 16h24)
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Foto: Xataka

Na OpenAI, eles veem um futuro em que a semana de trabalho deveria ter quatro dias. Não só isso: cada cidadão deveria receber uma parte do crescimento econômico gerado pela IA. Essas são algumas das propostas que a empresa publicou ontem com o objetivo de nos preparar para a "era da inteligência".

E, justamente no dia em que publicam essa carta repleta de intenções tranquilizadoras, chega também um duro golpe para o CEO da OpenAI, Sam Altman. Uma investigação publicada no The New Yorker volta a colocar em dúvida sua forma de atuação, bastante criticada por especialistas e engenheiros que trabalharam com ele. A conclusão de todos eles: é melhor não confiar em Sam Altman.

Aquilo que eles chamam de "era da inteligência" certamente terá impactos negativos em alguns aspectos, mas a OpenAI propõe, em seu documento, mudanças para mitigar esses problemas. Entre as medidas mais chamativas está a criação de um "fundo de riqueza pública" que distribuiria dividendos da IA diretamente aos cidadãos, independentemente de sua situação de trabalho.

Eles também sugerem impostos sobre o trabalho automatizado para financiar a seguridade social, além de projetos-piloto de semanas de trabalho de quatro dias sem redução salarial. A proposta é chamativa e busca, claro, tranquilizar os cidadãos diante de ameaças como a perda de empregos que pode resultar da adoção massiva da IA. O problema é que essa proposta surge em um momento delicado para a OpenAI, em meio a uma crise de reputação.

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