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TSMC está tão focada na Nvidia que "negligenciou" outros mercados, e é exatamente disso que a China está se aproveitando

SMIC teve primeiro trimestre espetacular, impulsionado pela crise de componentes que afeta o setor Outras fundições chinesas estão aumentando seus lucros graças a clientes estrangeiros

22 mai 2026 - 14h09
(atualizado às 14h24)
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Foto: Imagem | ASML / Xataka

A Semiconductor Manufacturing International Corp., ou SMIC, é a base da indústria de semicondutores na China. Juntamente com a Huawei, é a arquiteta do ambicioso plano do governo para ajudar empresas e data centers chineses a reduzirem sua dependência de chips estrangeiros. Desde a iniciativa inovadora em meados de 2023 com o SoC do Huawei Mate 60 Pro, essa iniciativa atraiu significativa atenção internacional. Tanto que a própria SMIC indica que alguns clientes estrangeiros já estão transferindo pedidos para que ela fabrique seus chips.

O motivo? Em meio à crise de semicondutores, a China é um dos poucos lugares com capacidade de produção disponível.

Gargalo

A SMIC e as fundições chinesas estão em uma batalha diferente: volume versus sofisticação. Enquanto a TSMC, a Intel e a Samsung disputam a supremacia na corrida dos 2 nanômetros, a China parece desinteressada nessa batalha por nós tecnológicos avançados. O motivo é simples: o país representa apenas cerca de 20% do mercado global de chips, e sua produção é extremamente cara. Essa estratégia de se manter fora dos holofotes tem se mostrado eficaz para a China.

Estima-se que, entre janeiro e fevereiro, a China tenha exportado circuitos integrados no valor de mais de US$ 43 bilhões. Isso representa um aumento de 21,8%, e a realidade é que, no momento, a China não consegue competir tecnologicamente com a empresa que domina o segmento: a TSMC. A empresa taiwanesa desenvolve os nós mais avançados para clientes como Nvidia e Apple, e...

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