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Segundo a PlayStation, "é lógico" não possuir jogos digitais e os "consumidores sensatos" sabem disso

A Sony reforçou sua posição categórica sobre games digitais: você não é dono do que compra, nunca foi, e a empresa defende que todo mundo já sabe disso

4 set 2026 - 11h41
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Resumo
Alvo de uma ação judicial por supostamente induzir jogadores ao erro sobre a posse de mídias digitais na PS Store, a Sony afirmou que compras virtuais concedem apenas licenças de uso revogáveis, e não a propriedade dos jogos. A empresa rebateu as acusações sustentando que consumidores razoáveis entendem essa lógica, defendendo a legalidade de seus termos de serviço, modelo que também é adotado por outras gigantes do setor.
Reprodução
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Foto: Xataka

O fim do formato físico e as polêmicas sobre licenciamento estão longe de terminar. Para quem não se lembra, a Sony já enfrentava uma ação judicial por conta do botão "Comprar" na PS Store. Usuários acusaram a gigante japonesa de induzir a comunidade ao erro sobre a posse dos títulos, mas a resposta legal da fabricante foi taxativa: ninguém possui um jogo digital, apenas uma licença de uso. E, nas palavras da empresa, "os consumidores razoáveis" já sabem muito bem disso.

O litígio teve início em junho passado, quando um grupo de jogadores processou a marca devido aos seus termos de serviço para conteúdo digital — uma diretriz que gera rejeição contínua, mas que também é adotada por concorrentes como Microsoft, Nintendo e Valve. Em termos práticos: a PlayStation sustenta que qualquer compra em sua loja virtual concede apenas uma licença revogável, passível de cancelamento a qualquer instante, a critério exclusivo da companhia.

A ação argumenta que expressões como "comprar agora" ou "confirmar compra" na PlayStation Network transmitem a falsa impressão de posse definitiva do produto, em vez de um simples "aluguel" ou autorização de acesso temporária até que a publicadora ou a loja decida removê-lo da biblioteca. Diante do processo, o conglomerado japonês não deu o menor sinal de recuo. Pelo contrário: dobrou a aposta.

Para a Sony, "é lógico" não ser dono de um jogo digital

Conforme apuração exclusiva do portal Game File, repercutida pelo VGC, a réplica jurídica formal ...

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