Script = https://s1.trrsf.com/update-1781903735/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Pesquisadores recriam técnica perdida da Dinastia Ming para gerar réplicas eficientes de joias da realeza

O método Jin zhe si se mostrou sofisticado até para a época atual

3 jul 2026 - 14h34
(atualizado às 15h16)
Compartilhar
Exibir comentários
Peças recriadas
Peças recriadas
Foto: npj Heritage Science / Xataka

Uma técnica de ourivesaria chinesa considerada perdida há séculos acaba de ser recriada por pesquisadores. O método, utilizado durante a Dinastia Ming (1368-1644), permitia produzir joias extremamente detalhadas que pareciam ter sido feitas com delicados fios de ouro, embora, na realidade, nenhum fio fosse utilizado.

O estudo, publicado na revista npj Heritage Science, conseguiu reconstruir com sucesso a técnica conhecida como Jin zhe si, revelando como artesãos da época criavam peças sofisticadas destinadas à realeza chinesa.

Para chegar ao resultado, cientistas da China University of Geosciences analisaram um par de brincos de ouro encontrados no túmulo do príncipe Zhu Zairong, membro da família imperial da Dinastia Ming que morreu em 1545. As joias possuem formato de cabaça dupla, decoradas com pequenas folhas e cipós de ouro suspensos por um gancho.

Restaurando joias reais

A equipe utilizou microscopia para estudar a superfície das peças em detalhes. O que descobriram surpreendeu os pesquisadores: ao contrário do que se imaginava, os enfeites não haviam sido produzidos com filigrana tradicional, técnica que utiliza fios metálicos extremamente finos soldados entre si para criar padrões semelhantes a rendas.

Em vez disso, toda a aparência delicada era obtida apenas dobrando folhas extremamente finas de ouro diversas vezes até formar uma textura ondulada muito semelhante à de fios entrelaçados.

Com base nas marcas microscópicas observadas e em registros históricos da época, os...

Veja mais

Matérias relacionadas

A Anthropic acaba de lançar Claude Sonnet 5 com um objetivo claro: não ultrapassar nenhum limite

Arqueólogos que encontraram um santuário romano em Cuenca: "Uma pequena coruja pode ser vista, que é a ave que representa Minerva"

Vini Jr ou Haaland? O que a astrologia revela sobre o duelo que vai parar o Brasil

A operação oculta que lucra bilhões com o caos no Irã e a "tática" inesperada que faz a Europa faturar mais com a guerra

O exército de robôs humanoides que montou 3 mil tablets em apenas 10 horas na China

Xataka
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra