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O fim da guerra depende da linha de frente: quanto mais a Ucrânia recua, mais força a Rússia acredita ter para exigir concessões

Rascunho do acordo de paz deixa de fora a questão do território, que será decidida no solo

2 dez 2025 - 15h18
(atualizado em 2/12/2025 às 11h18)
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Foto: Xataka

O último movimento diplomático entre EUA e Ucrânia cristalizou em um rascunho de paz reduzido a 19 pontos que, segundo ambas as delegações, representa um avanço real em relação ao polêmico documento inicial de 28 pontos. Esse primeiro rascunho, escrito em grande parte com participação russa, cruzava diversas linhas vermelhas ucranianas e acendeu alertas por toda a Europa.

Do jeito que as coisas estão, a decisão final está nos pouco mais de 900 km que compõem a linha de frente.

A nova virada

Em Genebra, após horas de negociações tensas que quase naufragaram, a equipe liderada por Andriy Yermak conseguiu suavizar ou reformular a maior parte dos pontos mais problemáticos. O novo texto, descrito como um corpo "sólido" de convergência, integra garantias de segurança, compromissos econômicos e proteção de infraestrutura em um marco que já não é percebido como um ultimato, embora ainda esteja longe de resolver o núcleo mais explosivo: a questão territorial.

Esse ponto (a possibilidade de ceder porções do leste) foi explicitamente "colocado entre colchetes" para que seja decidido pelos presidentes Trump e Zelensky — um gesto que reconhece tanto a gravidade política do assunto quanto a impossibilidade legal de resolvê-lo sem um referendo nacional na Ucrânia. A revisão do rascunho também elimina elementos como a limitação das Forças Armadas ucranianas a 600.000 efetivos ou uma anistia total por crimes de guerra, mas preserva deliberadamente o maior impasse. Assim, embora a Casa Branca ...

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