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Intel Xeon Clearwater Forest pode ter 288 núcleos, diz rumor

Processadores Xeon Clearwater Forest podem trazer 288 núcleos-E, com arquitetura Crestmont, mais instruções por ciclo e cache L3 maior

1 dez 2023 - 21h55
(atualizado em 2/12/2023 às 19h52)
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Um novo rumor sugere que os Intel Xeon Clearwater Forest, segunda geração Xeon apenas com núcleos de eficiência (E-cores), podem trazer até 288 núcleos. Os novos processadores vão contar com arquitetura Crestmont, que será introduzida com os Meteor Lake, oferecendo mais instruções por ciclo (IPC) e cache L3 consideravelmente maior.

Foto: Intel / Canaltech

É importante lembrar que as CPUs Sierra Forests, primeira geração apenas com E-cores, só chegam ao mercado em 2024. Sendo assim, mesmo que o rumor seja real, muitos detalhes sobre os Xeon Clearwater Forest podem mudar até seu lançamento, previsto para 2025.

Escalabilidade em diferentes camadas

Por contar com litografia Intel 3, os Sierra Forest conseguem acomodar de dois a três chiplets de 144 núcleos no die da CPU. Teoricamente, isto permitiria que a primeira geração de processadores Xeon baseados em E-core acomodasse até 432 núcleos em um CPU single-socket.

Durante o Intel InnovatiON 2023, o CEO da Intel, Pat Gelsinger, apresentou um protótipo dos Sierra Forest com 288 núcleos-E. Dessa forma, não é exatamente uma surpresa assumir que os Xeon Clearwater Forest, com arquitetura Crestmont e litografia Intel 18A (1,8 nm), tragam essa mesma contagem extrema.

Intel Xeon Sierra Forest, primeira geração Xeon E-Cores utiliza fabricação Intel 3, enquanto os Clearwater Forest vão trazer litografia reduzida em processo Intel 18A. (Imagem: Intel/Reprodução)
Intel Xeon Sierra Forest, primeira geração Xeon E-Cores utiliza fabricação Intel 3, enquanto os Clearwater Forest vão trazer litografia reduzida em processo Intel 18A. (Imagem: Intel/Reprodução)
Foto: Canaltech

No entanto, isso nem de longe reflete o potencial computacional da próxima geração, uma vez que a escalabilidade de desempenho vem sendo segmentada em diferentes camadas. A litografia reduzida dos chiplets com núcleos libera mais área no SoC para embarcar memórias cache L3 e L2.

Por si só, este fator já permite alocar mais instruções por ciclo, desconsiderando outras evoluções na tecnologia dos processadores. O incremento no número de IPCs, por menor que seja, já possibilita saltos exponenciais de capacidade de processamento em CPUs com mesma frequência e contagem de núcleos.

Escalabilidade de processadores Xeon passa a depender de diversas camadas além da contagem de núcleos, possibilitando maior potencial de otimização. (Imagem: Intel/Reprodução)
Escalabilidade de processadores Xeon passa a depender de diversas camadas além da contagem de núcleos, possibilitando maior potencial de otimização. (Imagem: Intel/Reprodução)
Foto: Canaltech

Com isso, é possível esperar uma escalabilidade em cascata para as próximas gerações de CPUs para servidores. Essa abordagem de otimização segmentada ainda garante mais versatilidade de dimensionamento, uma vez que é possível ajustar componentes diferentes para tarefas diferentes.

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