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Dono do Facebook, Mark Zuckerberg faz previsão ousada sobre o futuro da inteligência artificial 

3 ago 2026 - 07h42
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Mark Zuckerberg tem tentado convencer os investidores de uma previsão ousada sobre o futuro da inteligência artificial. O fundador e CEO da Meta acredita que as pessoas terão seus próprios assistentes virtuais nos próximos cinco anos. 

Foto: Gávea News

"Acho extremamente improvável que, daqui a cinco anos, por exemplo — ou qualquer outro período que você queira —, não existam bilhões de pessoas com um agente pessoal que entenda seus objetivos e que trabalhe em seu nome 24 horas por dia, 7 dias por semana, para alcançá-los em qualquer área que seja de seu interesse", disse Zuckerberg na teleconferência de resultados trimestrais com investidores. 

Mark Zuckerberg acredita que as ferramentas da Meta terão cada vez mais um papel fundamental na vida das pessoas, destacando o Whatsapp. 

"À medida que avançamos para um futuro em que todos interagimos com múltiplos agentes, acredito que o Whatsapp e nossas outras plataformas de mensagens se tornarão cada vez mais importantes", disse. 

Além da Meta, uma das suas principais concorrentes acredita em um futuro parecido. A Google deu ênfase aos agentes personalizados de inteligência artificial na sua reformulação do buscador no Chrome. Algo que gerou controvérsia entre os usuários que se sentiram sobrecarregados com a quantidade de informação que o assistente oferece. 

Mas apesar de tentar convencer os investidores que o futuro está nos assistentes virtuais, Mark Zuckerberg e a Meta podem não desfrutar da confiança deles. As ações da empresa caíram quase 10% desde a divulgação dos resultados deste trimestre. Houve prejuízo de cerca de 4,6 bilhões de dólares na organização responsável pelos óculos de realidade aumentada da empresa. Sintoma constante desse assunto, já que a divisão vem apresentando quedas significativas a cada trimestres desde 2021. Já foram registrados 88 bilhões de dólares em prejuízos desde então. 

Por outro lado, é levantada a preocupação com o aumento dos gastos com Inteligência artificial, que tendem a aumentar ainda mais. A empresa reportou um fluxo de caixa livre de 784 milhões neste trimestre, contra 8,55 bilhões no mesmo período no ano passado, representando um percentual de 91%. 

Gávea News
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