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Corrida pela IA colocou China em cenário impensável: forçar EUA a sair da zona de conforto

China acelera e diminui a distância para os Estados Unidos. Energia, talento e resiliência explicam progresso mais rápido do que o esperado Analisamos isso em detalhes em novo vídeo no YouTube do Xataka internacional

25 jan 2026 - 12h16
(atualizado em 25/1/2026 às 10h07)
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Foto: Xataka

Se nos perguntassem hoje qual país lidera a corrida pela inteligência artificial, a resposta mais imediata provavelmente ainda seria Estados Unidos. Por décadas, o país ditou o ritmo da inovação tecnológica e boa parte das ferramentas digitais que usamos diariamente nascem de suas grandes empresas. No entanto, essa liderança já não é tão incontestável quanto antes. O cenário começa a mudar e há um ator que está reduzindo a diferença a uma velocidade difícil de ignorar: a China.

A questão não é mais se a China compete, mas como chegou a esse ponto. Como um país identificado durante anos como a fábrica do mundo, associado à produção em massa e à mão de obra barata, se tornou uma referência em inovação e vanguarda tecnológica? Em um novo vídeo no canal do YouTube do Xataka internacional, em espanhol, nosso colega Francisco Franconi discute esse processo em detalhes e apresenta números, contexto e nuances de um fenômeno que estamos vendo se desenrolar quase em tempo real e que pode alterar o equilíbrio de poder no setor tecnológico global.

China não é mais apenas a fábrica do mundo: está construindo seu próprio caminho em IA

"A China deveria estar anos atrás dos Estados Unidos no desenvolvimento de IAs, já que entre 85% e 95% do mercado global de chips usados nesse setor pertence à Nvidia", explica Franconi. Os dados são importantes, mas não explicam tudo. A corrida pela inteligência artificial não se desenrola apenas no campo dos semicondutores. Existem outros fatores ...

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