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Como duas companhias aéreas estão tentando resolver a tortura que é dormir na classe econômica

A United acaba de anunciar o Relax Row e a Air New Zealand já oferece há algum tempo o Skycouch

30 mar 2026 - 17h12
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Foto: Xataka

Viajar na classe econômica em um voo de longa distância costuma implicar aceitar um preço bastante claro: dormir mal ou, simplesmente, não dormir. Todos já passamos por isso — assentos estreitos, pouco espaço para esticar as pernas e uma postura que raramente favorece o descanso. Esse desconforto não é um detalhe menor; faz parte da experiência de voar nesse segmento. E, ainda assim, é justamente aí, nesse problema tão cotidiano, que algumas companhias aéreas estão começando a explorar soluções dentro da própria cabine econômica.

A United acaba de anunciar uma proposta desse tipo com o chamado Relax Row, uma opção dentro da própria classe econômica que busca justamente aliviar esse problema. A companhia o apresenta como uma fileira específica que, uma vez em voo, pode ser adaptada para permitir que o passageiro se estique ou descanse com um pouco mais de espaço. A aérea prevê lançá-lo em 2027, posicioná-lo entre a United Economy e a United Premium Plus e implementá-lo de forma progressiva em mais de 200 Boeing 787 e Boeing 777 até 2030.

Mas a verdade é que essa ideia não é completamente nova. A Air New Zealand já vem explorando esse conceito há algum tempo com o conhecido Skycouch, uma proposta que também parte de uma fileira de assentos na classe econômica. Nesse caso, o sistema permite elevar os apoios para as pernas até formar uma superfície contínua sobre a qual podemos nos esticar. Não equivale a uma cama de cabine premium, mas oferece um espaço mais versátil do que o ...

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