No inverno a sede diminui, mas o risco de desidratação aumenta com as mudanças de clima e tempestades previstas para o fim de julho
Mesmo em temperaturas baixas, o organismo continua perdendo líquidos
As baixas temperaturas costumam fazer muita gente esquecer de beber água, um hábito essencial e indispensável. Como a sensação de sede diminui no inverno, é comum reduzir o consumo de líquidos sem perceber. O problema é que o organismo continua perdendo água normalmente, mesmo quando não está calor.
Com uma sequência de frentes frias, mudanças bruscas de temperatura e temporais em diversas regiões do país ao longo do restante de julho, especialistas alertam que o risco de uma desidratação silenciosa pode aumentar porque poucas pessoas associam o inverno à necessidade de manter uma boa hidratação.
Frio não impede o corpo de perder água
Embora a transpiração seja menos perceptível durante o inverno, ela continua acontecendo. Além disso, o organismo perde líquidos pela respiração, pela urina e pelas atividades do dia a dia.
Segundo a nutricionista esportiva Alice Paiva, parceira da Lynv, marca brasileira de água de coco, a diminuição da sensação de sede faz com que muitas pessoas só percebam que beberam pouca água quando já começam a apresentar sintomas.
"Mesmo no frio, o organismo continua perdendo líquidos ao longo do dia. Como a sede diminui, muitas pessoas acabam bebendo menos água do que precisam, aumentando o risco de uma desidratação silenciosa", explica.
Entre os sinais mais comuns estão cansaço, dor de cabeça, tontura, boca seca, pele ressecada e dificuldade de concentração.
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