Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Ciência

Publicidade

Em 2024, um robô desapareceu para sempre sob a Antártida. Mas os dados que ele coletou serviram para sabermos mais sobre a "geleira do juízo final"

A geleira Thwaites é uma das mais importantes para o oceano

16 ago 2026 - 13h08
Compartilhar
Exibir comentários
A geleira Thwaites
A geleira Thwaites
Foto: Filip Stedt / Anna Wåhlin / Xataka

No início de 2024, a Universidade de Gotemburgo anunciou uma má notícia: acabara de perder um submarino não tripulado pelo qual havia pago 3,4 milhões de euros. O submarino Ran não desapareceu em vão: seus dados nos abriram as portas para compreender melhor o que se esconde atrás da "geleira do juízo final".

A equipe que operava o Ran quando ele se perdeu sob o gelo antártico em janeiro de 2024 publicou, seis meses depois, os resultados de sua pesquisa. O estudo revelou aspectos importantes do lado oculto da geleira Thwaites, aquele que se encontra sob a água.

"Geleira do juízo final"

A geleira Thwaites é uma das mais importantes do mundo, tudo por causa de seu volume. Segundo as estimativas da Colaboração Internacional da Geleira Thwaites, os 483.000 km³ de água que essa massa de gelo abriga seriam suficientes, caso ela desaparecesse, para elevar o nível do mar em mais de meio metro. Daí seu nome apocalíptico.

Thwaites não é uma geleira convencional por outro motivo: sua localização. Ela não se encontra sobre terra firme, como muitas outras geleiras. Seu gelo também se estende sobre a superfície do oceano, criando uma língua de gelo ou plataforma de gelo. Sob essa plataforma, a água do oceano se mistura com a água da própria geleira, gerando dinâmicas de especial interesse para quem estuda essa massa.

Antes de desaparecer sob o gelo antártico, Ran ficou operando durante quase um mês sob a plataforma de gelo Dotson, ligada a essa geleira. Percorreu mais de 1.000 quilômetros, ...

Veja mais

Matérias relacionadas

Elon Musk quer resolver o problema energético da IA no espaço; o preço a pagar é perder a capacidade de ver as estrelas

Sombrinhas gigantes e "mover" a Terra: cientista propõe soluções para que nosso planeta não seja engolido pelo Sol daqui 1 bilhão de anos

Álvaro Fernández, farmacêutico: "É preciso trocar os lençóis uma vez por semana, ou a cada dez dias, no máximo; mas há nuances importantes"

Durante quase um século, não conseguimos resolver enigma de Einstein: pesquisador de Madri acaba de encontrar a solução

Um espelho de 3,6 toneladas fica no topo de um vulcão em Maui, captando a luz solar; para evitar superaquecer, ele cria uma piscina de gelo todas as noites

Xataka
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra