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Ciência

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Sombrinhas gigantes e "mover" a Terra: cientista propõe soluções para que nosso planeta não seja engolido pelo Sol daqui 1 bilhão de anos

Propostas parecem saídas de um filme de ficção científica, mas cientista acredita que, com a ciência do futuro, serão possíveis

16 ago 2026 - 10h08
(atualizado em 17/8/2026 às 08h47)
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Terra engolida pelo Sol
Terra engolida pelo Sol
Foto: Imagem ilustrativa de Magnific | KKolaczynski / Xataka

Como qualquer estrela, nosso Sol se mantém aceso por meio do processo contínuo de fusão nuclear. Atualmente, o astro está fundindo átomos de hidrogênio e transformando-os em hélio. Essa fusão gera uma pressão para fora que compensa a pressão para dentro exercida pela gravidade.

No entanto, chegará um momento em que o hidrogênio que atua como combustível se esgotará. Quando isso acontecer, a pressão interna cairá e não poderá compensar a externa, fazendo com que o núcleo se contraia e aqueça. Essa contração aquecerá as camadas externas imediatamente superiores, ativando a fusão de hidrogênio por ali. A energia liberada pelas camadas externas fará com que a estrela se expanda. Será assim que o Sol se transformará em uma gigante vermelha.

A vida na Terra, seja ela qual for quando isso acontecer, não poderá resistir a esse processo. A boa notícia é que a pior parte começará daqui a 1 bilhão de anos, portanto ainda falta muito para isso acontecer. No entanto, há cientistas muito meticulosos que já estão pensando em estratégias para prolongar um pouco a sobrevivência do nosso planeta e da vida que houver nele.

O fim da vida na Terra

Calcula-se que, daqui a algumas centenas de milhões de anos, a água dos oceanos terrestres poderá se esgotar, transformando a Terra em um planeta hostil demais para abrigar vida. Como se isso não fosse suficiente, daqui a cerca de 5 bilhões de anos, a expansão para uma gigante vermelha acabaria com os planetas internos do Sistema Solar. Adeus, Mercúrio ...

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