Adeus ao plástico: estudantes brasileiras criam absorvente biodegradável com custo de R$0,02 e vencem prêmio mundial
Estudantes do IFRS desenvolveram um absorvente biodegradável de baixo custo e impacto social.feito com bananeira, fibras de açaí jussara e restos de tecidos
A educação brasileira não para de nos orgulhar com títulos de prêmios reconhecidos lá fora. Agora, mais uma vez, duas jovens brasileiras venceram um prêmio internacional de ciência ao desenvolver uma solução simples, barata e sustentável para um problema que afeta milhões de mulheres: a pobreza menstrual.
As estudantes Laura Drebes e Camily Pereira, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), criaram um absorvente biodegradável feito com resíduos naturais e com custo estimado de apenas R$0,02 por unidade. A inovação chamou atenção internacional e acabou premiada no Stockholm Junior Water Prize, na Suécia, uma das competições científicas mais prestigiadas para jovens pesquisadores. O reconhecimento veio após o projeto apresentar uma alternativa ambientalmente sustentável e socialmente acessível para produtos menstruais.
Projeto criado no ensino médio levou brasileiras a ganhar prêmio internacional
A educação e o incentivo à ciência ainda na escola podem transformar pequenas ideias em inovações importantes para o mundo. Com Laura Drebes e Camily Pereira, as jovens brasileiras que desenvolveram um absorvente sustentável, foi exatamente assim. Elas começaram a se envolver com pesquisa científica ainda durante o ensino médio no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), em Osório.
Foi nesse ambiente acadêmico, sob orientação da professora Flávia Twardowski, que as estudantes começaram a explorar os materiais biodegradáveis. O trabalho evoluiu até chegar ao ...
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