A empresa que não perdoa ninguém: Nintendo cansa de processar fãs e agora exige uma fortuna do próprio governo dos EUA
Ela não está sozinha e cobrança coletiva chega em até US$ 200 bilhões
Conhecida por adotar uma postura extremamente rígida contra pirataria e modificações em seus jogos, a Nintendo agora decidiu enfrentar um adversário bem maior: o próprio governo dos Estados Unidos.
A empresa entrou com um processo para recuperar valores pagos em tarifas de importação que foram posteriormente consideradas ilegais pela Suprema Corte dos Estados Unidos. A disputa envolve medidas comerciais impostas durante o governo de Donald Trump em 2025.
Na ação judicial, a Nintendo pede o reembolso de tarifas pagas sobre produtos importados, além de juros. O valor exato que a companhia busca recuperar não foi divulgado, mas ela faz parte de um grupo muito maior de empresas que, juntas, exigem quase US$ 200 bilhões em devoluções.
Tarifas de importação atingiram fabricantes de tecnologia
As tarifas, apelidadas de "Liberation Day tariffs", foram implementadas pelo governo Trump em abril de 2025 e chegaram a ultrapassar 25% sobre importações vindas de países como Japão, Taiwan, Coreia do Sul, Índia, Vietnã e China.
Em alguns momentos, as taxas direcionadas à China chegaram a superar 100%, o que causou forte impacto em empresas que dependem de cadeias globais de produção, especialmente fabricantes de hardware.
A Nintendo, por exemplo, produz grande parte de seus dispositivos na Ásia. Embora a empresa tenha afirmado que as tarifas não influenciaram diretamente o preço de lançamento do Nintendo Switch 2, que chegou ao mercado por cerca de US$ 450, as medidas comerciais afetaram o ...
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