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A China acaba de fazer o primeiro voo da maior turbina eólica voadora do mundo — e quer gerar energia limpa acima das nuvens

China quer explorar camadas da atmosfera onde o vento é mais forte, constante e previsível para redefinir os limites da energia eólica

16 jan 2026 - 08h04
(atualizado às 09h34)
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Foto: Xataka

A China realizou, no dia 5 janeiro de 2026, o primeiro teste bem-sucedido de um sistema de energia eólica flutuante em grande altitude, algo inédito no mundo. O equipamento, chamado S2000 Sawes, foi testado na cidade de Yibin e permaneceu em operação por cerca de 30 minutos, alcançando 2.000 metros de altitude. Desenvolvido pela empresa chinesa Sawes Energy Technology, o sistema conseguiu gerar 385 kWh durante o voo experimental, o equivalente ao consumo diário de 12 a 15 casas brasileiras, comprovando que é possível produzir energia de forma estável utilizando ventos muito acima do nível das turbinas tradicionais. 

Entenda como funciona a energia eólica flutuante e por que ela explora ventos nas alturas

Diferentemente das turbinas eólicas convencionais, instaladas em torres fixas em terra ou no mar, o S2000 funciona como um sistema aéreo flutuante, preso ao solo por cabos. Preenchido com hélio, ele se mantém suspenso e utiliza turbinas conectadas à própria estrutura para captar os ventos das camadas mais altas da atmosfera, onde as correntes de ar são mais intensas e estáveis.

O equipamento opera como um gerador móvel, capaz de ajustar a posição conforme a formação dos ventos, algo que é impossível para turbinas fixas. A energia captada é transmitida ao solo por meio dos cabos, conectados a uma estrutura terrestre responsável pela distribuição elétrica. Segundo a empresa responsável, cada unidade do sistema pode atingir potência de até 3 MW, um número significativamente ...

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