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Acareação entre ACM, Arruda e Regina não tem hora para acabar

Quinta, 03 de maio de 2001, 07h29

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· A acareação
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A acareação entre os senadores Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) e José Roberto Arruda (sem partido-DF) e a ex-diretora do Centro de Processamento de Dados do Senado (Prodasen) Regina Borges será um confronto a três, sem hora para terminar. Na sessão, todos os senadores poderão fazer perguntas.

Desde a manhã de quarta-feira, o presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado, Ramez Tebet (PMDB-MS), participou de reuniões para definir como será o rito da sessão. Na segunda-feira, ele pediu ao secretário-geral da Mesa Diretora, Raimundo Carreiro, que enviasse a todos os senadores quais seriam suas dúvidas para que fossem dissipadas no encontro de hoje.

"Não permitiremos que outros temas sejam tratados", avisou Tebet, ao esclarecer que, quando abrir a sessão, às 14h30, pedirá a todos que sejam objetivos e se restrinjam às principais dúvidas que parecem se limitar a três questões básicas: houve ou não ordem para violar o painel, de quem foi e o que disse ACM a Regina no telefonema depois que recebeu a lista.

Não há previsão de quanto tempo durará a sessão. "Será o necessário", afirmou. Os três depoentes ficarão sentados à mesa da presidência do Conselho de Ética ao lado dele, do relator e do corregedor.

ACM e Arruda não poderão perguntar entre si e nem poderão se dirigir a Regina. Serão intermediados pelo presidente ou pelo relator do Conselho de Ética e Decoro. Também não será permitido que ACM, Arruda ou Regina façam explanações antes do início da reunião. Eles poderão apenas responder às perguntas. Todos os senadores poderão fazer perguntas, embora Tebet prefira que elas sejam concentradas em pontos fundamentais.

O corregedor do Senado, Romeu Tuma (PFL-SP), disse que a forma escolhida para a realização da acareação torna menos eficiente o resultado da confrontação. Tuma explicou que em sessões como esta são feitas análises da reação psicológica e física dos depoentes, daí a necessidade do "olho no olho". O corregedor já tinha se declarado contrário à acareação conjunta. Para ele, a acareação deveria ser feita em duplas.

Ontem à noite, o presidente do conselho começou a recolher sugestões dos parlamentares sobre o interrogatório. Os advogados dos três poderão estar na sala para orientar os clientes, mas não podem falar na sessão.

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Agência RBS

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