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Contradições complicam situação de ACM

Sexta, 27 de abril de 2001, 08h22
Sem apresentar qualquer fato novo capaz de preservar-lhe o mandato, o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) encerrou um depoimento de quase seis horas com algumas contradições com relação aos depoimentos do senador José Roberto Arruda (sem partido-DF) e da ex-diretora do Prodasen Regina Borges que o Conselho deverá propor uma acareação entre eles.

Detector de mentira - De acordo com um programa de exame de frequência de voz, ACM mentiu ao Conselho de Ética ao dizer que não pediu a lista de votos da cassação de Luiz Estevão. O teste foi aplicado pela empresa Truster Brasil, de Porto Alegre. De origem israelense, o programa utilizado é semelhante a um detector de mentiras comum, que mede variações de pressão arterial e respiração, exceto que trabalha apenas com a voz, apontando as distorções em relação a um padrão que ele mesmo estabelece.

CONTRADIÇÕES NOS TRÊS DEPOIMENTOS
Quem pediu A cobrançaTelefonemaAdulteraçãoCalvário
Regina Borges disse que Arruda pediu a lista, dizendo falar em nome de ACM
Arruda lhe cobrou a lista, em várias ocasiões, no dia da votação, para entregá-la a ACM.Na noite da cassação, recebeu telefonema de ACM, agradecendo a obtenção da lista.Não houve. Apenas a quebra de seu sigilo.Relatou vários encontros e telefonemas trocados por ela com ACM e Arruda. Este lhe recomendara sigilo, até “sob tortura”.
José Roberto Arruda disse que consultou Regina, a pedido de ACM, sobre a possibilidade de identificar os votos.

Recebeu telefonema de Regina, dizendo que precisava entregar um documento, e incumbiu o assessor Domingos Lamoglia da tarefa.Presenciou, no gabinete de ACM, o telefonema. Questionou a declaração da ex-diretora, alegando a rapidez com que a violação fora feita.Confirmou encontros, mas os atribuiu à preocupação de Regina.
ACM disse que não deu incumbência alguma a Arruda e só ficou sabendo da lista no final da tarde do dia 28, ao receber Arruda.Recebeu a lista de Arruda, sem explicar por que a relação lhe fora entregue.Falou com Regina, procurando acalmá-la porque estava nervosa.Usou o laudo da Unicamp para afirmar que não houve adulteração.Negou ter tratado da violação do painel nesses encontros, mas sobre assuntos administrativos do Prodasen.

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Redação Terra/Agência RBS

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