O advogado Artur Eugênio Mathias disse em Campinas que não está preocupado por seu nome constar da lista de pessoas que devem ser indiciadas. Para ele, a medida não terá valor jurídico - nesta terça-feira o Supremo Tribunal Federal concedeu mandado de segurança contra a CPI, por considerar ilegal a apreensão de computadores em seu escritório. Beto Zini, ex-presidente do Guarani, disse: "Houve algum equívoco."
Em Maceió, o deputado federal Augusto Farias (PPB) não foi encontrado pela Agência Estado. Seu irmão Rogério Farias disse que ele vai esperar o comunicado oficial para se pronunciar. Antônio Albuquerque, eleito presidente da Assembléia de Alagoas, também vai "esperar por informações oficiais".
"Deve ser brincadeira de mau gosto", disse o deputado Júnior Leão. "Quero saber os motivos da CPI antes de dar declarações", afirmou o deputado Francisco Tenório. Celso Luiz e Fátima Cordeiro não foram localizados. "Estou tranqüilo", disse o deputado Gilson Lopes (PTB), do Espírito Santo.
A advogada Solange Antunes atendeu o telefone celular e, após saber do assunto, disse: "Solange manda dizer que morreu." A assessoria do presidente da Assembléia capixaba, José Carlos Gratz (PFL), informou que ele não fala antes da notificação. O advogado dele, Luis Finamori, preferiu não fazer comentários.
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