Vacina da gripe dá gripe? Entenda o que é mito e verdade

Especialistas explicam por que é impossível a vacina causar a doença e esclarecem as principais dúvidas sobre o imunizante

9 abr 2026 - 17h44

Com o início das campanhas de vacinação, muitas pessoas ainda hesitam em tomar a dose. O medo de "ficar gripado" após a aplicação é um dos maiores obstáculos.

Entenda as possíveis reações da vacina da gripe
Entenda as possíveis reações da vacina da gripe
Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

Mas afinal, a vacina pode mesmo causar a doença? Entenda os fatos e proteja sua saúde com informação correta.

Publicidade

A vacina da gripe dá gripe?

Mito. É cientificamente impossível a vacina causar a doença em quem a recebe. A vacina é feita com o vírus "morto" (inativado) ou apenas fragmentos dele.

Como o vírus não está vivo, ele não consegue se reproduzir no seu organismo. Portanto, a vacina não gera uma infecção gripal.

Por que algumas pessoas se sentem mal após a dose?

É comum sentir dor no local da aplicação, leve cansaço ou febre baixa. Esses sintomas não são a gripe em si, mas uma resposta do sistema imunológico.

O seu corpo está aprendendo a fabricar anticorpos contra o vírus. Essa reação é um sinal positivo de que a vacina está funcionando corretamente.

Publicidade

"Tomei a vacina e fiquei doente no dia seguinte"

Se você apresentar sintomas fortes logo após a dose, pode ser uma coincidência temporal. A vacina leva cerca de duas semanas para garantir a proteção total.

É possível que a pessoa já estivesse incubando o vírus antes mesmo de ser vacinada. Além disso, a vacina não protege contra resfriados comuns causados por outros vírus.

Importância da vacinação anual

O vírus da gripe sofre mutações constantes todos os anos. Por isso, a composição da vacina é atualizada anualmente para combater as cepas mais recentes.

Tomar a dose todo ano é fundamental para manter os anticorpos em níveis altos. Isso evita complicações graves, como pneumonias, internações e óbitos.

Quem deve tomar a vacina?

A vacina é recomendada para todas as pessoas, mas alguns grupos são prioritários:

Publicidade
  • Idosos e crianças: possuem o sistema imunológico mais sensível;

  • Gestantes e puérperas: a proteção se estende também ao bebê;

  • Profissionais da saúde: estão em contato constante com pessoas doentes;

  • Pessoas com doenças crônicas: como diabetes, asma ou problemas cardíacos.

Dica: Não deixe para a última hora. Garanta sua proteção antes que o inverno chegue com força total!

Curtiu? Fique por dentro das principais notícias através do nosso ZAP
Inscreva-se