A obesidade e o excesso de peso se tornaram um dos principais desafios de saúde pública no Brasil. Dados recentes mostram o avanço do número de brasileiros com excesso de peso, enquanto medicamentos e novas terapias para emagrecimento ganham cada vez mais espaço nas redes sociais. Nesse cenário, o médico nutrólogo Dr. Jhones Carneiro chama atenção para a importância de transformar a busca pela perda de peso em um processo de cuidado com a saúde, e não apenas em uma corrida contra a balança.
A popularização dessas terapias também trouxe um novo desafio: a automedicação. Influenciadas por relatos de famosos, influenciadores e resultados compartilhados na internet, muitas pessoas passaram a buscar soluções rápidas sem considerar que o tratamento precisa ser individualizado. Com mais de 3 mil pacientes atendidos desde sua especialização em Nutrologia pela ABRAN, Dr. Jhones explica que fatores como histórico clínico, metabolismo, composição corporal, alimentação e estilo de vida precisam ser avaliados antes da indicação de qualquer estratégia. "O objetivo não é apenas fazer o paciente perder peso, mas promover saúde e resultados sustentáveis", afirma.
A experiência do especialista também inclui a formação de profissionais da área. Dr. Jhones Carneiro já participou da capacitação de mais de 700 médicos em cursos sobre implantes subcutâneos absorvíveis, hormonais e não hormonais, além de ter ministrado aulas nas principais capitais do Brasil e em países como Peru e México.
Outro aspecto que acompanha essa transformação é o crescimento da informação sobre emagrecimento nas redes sociais. Com cerca de 1,5 milhão de seguidores no Instagram e 240 mil no TikTok, o nutrólogo utiliza as plataformas para falar sobre obesidade, saúde metabólica e novas terapias, buscando levar informação baseada em evidências para um público que diariamente é exposto a promessas de resultados rápidos.
Natural de Guanambi, na Bahia, onde mantém sua clínica, Dr. Jhones Carneiro defende que o avanço das terapias para emagrecimento precisa vir acompanhado de responsabilidade. Para ele, os números ajudam a dimensionar o tamanho do problema, mas o tratamento precisa olhar para cada paciente de forma individual, combinando inovação, acompanhamento médico e educação em saúde para alcançar resultados seguros e duradouros.