Aos 31 anos, cão mais velho do mundo encontra novo lar após morte de tutora

Cálculo envolvendo porte, raça e desenvolvimento canino indica que Lazare teria por volta de 164 anos ‘humanos’

4 mai 2026 - 10h39
Lazare será considerado o cão mais velho da história a ser documentado
Lazare será considerado o cão mais velho da história a ser documentado
Foto: Reprodução

O cãozinho Lazare, da raça spaniel anão continental, encontrou um novo lar aos 31 anos. Sua tutora faleceu e o cão, que tem diversos problemas de saúde, incluindo ficar com a língua de fora, vivia no abrigo Annecy Marlioz SPA, na França. Ele já superou a expectativa de vida para a raça em 100% — normalmente, esse tipo de cachorro vive até os 15 anos.

O cãozinho idoso teve a idade atestada por um microchip vinculado ao registro francês de cães de raça. Segundo os dados, o pequeno teria nascido por volta de 4 de dezembro de 1995, tendo aproximadamente 31 anos de idade.

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A idade de Lazare chamou a atenção das autoridades de proteção animal da França, que entraram em contato com o Guinness World Records para registrar o feito. Em entrevista ao jornal britânico The Times, a Société Protectrice des Animaux (SPA) disse que verificou duas vezes para não ter dúvidas sobre a idade do cachorrinho.

Com isso, Lazare será o cão mais velho já documentado na história, superando em dois anos Bluey, um boaiadeiro-australiano, que faleceu aos 29 anos em 1939, e atual campeão de idade canina.

Lazare e sua nova tutora, que é dois anos mais nova que ele
Foto: Reprodução

Para compara a idade de cães à de humanos, normalmente se multiplica a idade do animal por sete, o que significa que Lazare teria 217 anos. O cálculo, porém, é considerado equivocado por especialistas. Em uma fórmula mais recente, que considera o porte, a raça e o desenvolvimento, Lazare teria pouco mais de 164 anos “humanos”.

Após perder sua tutora, o cãozinho passou a morar em um abrigo para animais, e encontrou uma nova tutora, Ophélie Boudol, que é dois anos mais nova que o próprio pet. 

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“Adotei-o porque amo animais e houve uma ligação instantânea entre nós. Era impensável para mim que ele terminasse a vida no abrigo. Ele precisava de uma família amorosa”, disse ela à emissora de TV francesa TF1.

Fonte: Portal Terra
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